domingo, 31 de maio de 2015

Policial militar morre durante confronto em São Gonçalo


Um policial militar morreu após um confronto na Comunidade do Feijão, no bairro Paraíso, em São Gonçalo, na manhã deste domingo.  De acordo com o comandante 7º BPM (São Gonçalo), o coronel Fernando Salema, o soldado Diogo Almeida foi socorrido e levado para o Hospital Estadual Alberto Torres, mas não resistiu aos ferimentos.
Ele deixa uma filha de 1 ano e a esposa grávida.

Peço ajuda de TODOS para a família da Soldado Drielle Morais.


A soldado Drielle, mesmo com os recentes sinais de melhora, encontra – se em estado GRAVE e a família está precisando de ajuda, por conta dos grandes gastos. Por favor, depositem qualquer valor na conta da Soldado Drielle, mas que seja de coração, que Deus abençoe a cada um dos senhores.

BRADESCO
Agência 6690
Conta Corrente 0020475-7
Drielle Lasnor de Morais

“Nisto conhecemos o que é o amor: Jesus Cristo deu a sua vida por nós, e devemos dar a nossa vida por nossos irmãos.” 1 João 3:16

sábado, 30 de maio de 2015

Sargento é baleado durante blitz em São Gonçalo


Um policial do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) foi baleado com dois tiros, na noite desta sexta-feira, durante uma blitz na  RJ-104, na altura de Marambaia, em São Gonçalo.

Segundo o batalhão, o sargento Ferreira participava da operação, por volta das 21h30, quando ocupantes de um Onix branco passaram por duas viaturas. Ao perceber a atitude suspeita deles, o PM ordenou que o motorista parasse. Tiros então foram disparados de dentro do carro, baleando o militar. Os bandidos fugiram no sentido Manilha.

Ferido no pescoço e no tórax, inicialmente o sargento Ferreira foi socorrido no posto de saúde de Itaboraí e depois foi transferido para o Hospital Estadual Alberto Torres, no Colubandê. Segundo o BPRv, o estado de saúde dele é estável e não há risco dele morrer.


sexta-feira, 29 de maio de 2015

ABSURDO: Pms devem ser obrigados a andar desarmados em dias de folga no Maranhão


Os policiais militares do Maranhão podem ser obrigados pelo comando da corporação a andar desarmados em seus dias de folga.
A medida ainda não foi anunciada oficialmente, mas já é discutida abertamente pelos comandantes da PM, como ocorreu na terça-feira (26), em ato de formatura de oficiais.
A ideia é acabar com o que se chama de acautelamento, que permite aos policiais portar armas do Estado mesmo quando estão de folga. Assim, eles seriam obrigados a deixar as armas no quartel ao fim do turno.
O anúncio oficial ainda está sendo protelado porque só a notícia da possibilidade do fim do acautelamento já gerou fortes reações no meio policial.
A atitude, contudo, corrobora o pensamento do secretário de Estado da Segurança Pública, Jefferson Portela, que condenou a atitude do policial militar Max Muller, de haver reagido ao assalto em uma casa alugada em Panaquatira, no sábado (23).
Para o titular da SSP, foi essa reação, de um PM armado, o que deu início ao tiroteio que culminou com a morte de quatro pessoas no local.
“Nós devemos sempre, como agentes públicos de segurança, evitar o confronto onde a gente não possa ter uma garantia de supremacia da força estatal sobre a força marginal. A orientação é essa, a reação da gente deve ser pautada na possibilidade de domínio e não numa possibilidade de risco. Se for de risco, o certo é evitar, deixar para fazer a perseguição policial e captura depois. Não devemos expor nossa própria vida e nem a de terceiros em confronto que possa ser evitado”, disse Portela, no início da semana.
E a bandidagem agradece…

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Policia Civil deve chamar aprovados daqui a três meses


O chefe de Polícia Civil do Rio, Fernando Veloso, participou ontem de uma reunião com deputados e concursados não nomeados, na Alerj. O grupo que pretende entrar para a polícia saiu satisfeito. A previsão é que os 337 aprovados na seleção para papiloscopista no ano passado, que previa cem vagas, sejam chamados para o curso de formação, que deverá começar em agosto. Os excedentes devem ser aproveitados. Além disso, os 750 oficiais de cartório e os 79 peritos criminais, que já passaram pelo treinamento, deverão ser nomeados em breve.

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Polícia Militar do Rio vai ampliar patrulhamento com bicicleta


Agência Brasil


O Rio de Janeiro vai ganhar mais 500 bicicletas para o patrulhamento da Polícia Militar (PM). O anúncio foi feito pelo chefe de Planejamento da PM, major Alexandre Leite, que participou hoje (27) da audiência pública na Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), que discutiu a violência contra ciclistas. O debate ocorre um dia depois da Alerj aprovar, em primeira votação, o projeto de lei que cria a tipificação do crime de roubo de bicicleta.

De acordo com o major, o policiamento com o uso de bicicleta é feito desde 2012. “Temos algumas turmas já formadas, alguns policiais já estão em atuação, principalmente no Batalhão de Turismo, e há um projeto de ampliação desse trabalho com a aquisição de mais 500 bicicletas. As áreas serão definidas pelo planejamento estratégico da PM”.

De acordo com a Polícia Militar, o ciclopatrulhamento é empregado para “reforçar pontos com grande movimento de pedestres”, como as orlas de Copacabana, Leblon e Ipanema, o Aterro do Flamengo, o entorno do Cristo Redentor, a Lagoa Rodrigo de Freitas e o centro da cidade.

O presidente da Comissão de Segurança no Ciclismo da Cidade do Rio, Raphael Pazos, aprova a iniciativa. “Apenas um policial em cima de uma bicicleta consegue pegar um ladrão roubando uma bicicleta”, disse. “Porque na hora de fugir, carro não pega, moto não pega, cavalo não pega. Só pega um ladrão em cima de uma bicicleta se tiver um policial em cima de uma bicicleta”, acrescentou.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Pagamento de Proeis de policiais militares está atrasado


Policiais militares que trabalharam no Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) estão com o pagamento do serviço extra atrasado. O problema afeta servidores que trabalharam para os municípios de Queimados e Nova Friburgo, na Secretaria estadual de Educação e na Uerj, segundo denúncia feita durante uma audiência pública da comissão de representação da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) que fiscaliza a carga horária dos agentes de segurança.

Procurada, a PM informou que a previsão é que os policiais que trabalharam em Queimados recebam os pagamentos referentes a março e abril até sexta-feira, mesma data em que seriam pagos os plantões nas escolas.

Deputado quer estipular prazo para pagamento

Presidente da comissão, o deputado Flávio Bolsonaro (PP) afirmou que apresentará um projeto de lei para evitar o atraso no pagamento do Proeis. De acordo com policiais, o acerto chega a demorar 60 dias após o trabalho.

“Vamos propor projeto de lei para estipular prazos para o pagamento do RAS e do Proeis de 15 e 30 dias, a contar do mês seguinte ao trabalhado. Também vamos estipular sanções aos órgãos que atrasarem o pagamento e colocar o estado como uma espécie de fiador, efetuando o pagamento ao servidor, quando o órgão contratante não o fizer”, disse o deputado.

Policial militar diz que está esquecido pelo Estado após ser baleado

Um ano após ser baleado e perder a voz em uma tentativa de assalto em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, o sargento da polícia Alexandre disse que foi esquecido pelas autoridades. Além das sequelas na fala, o PM ainda acompanha o responsável pelo crime estar em liberdade e afrontando a polícia pela internet. Thales Pianna, de 20 anos, exibe motos roubadas e posta mensagens de provocação aos policiais. O sargento Alexandre trabalhava há 13 anos na Polícia Militar e afirma que foi esquecido pelo Estado.

Hospital da PM na penúria


Depois da roubalheira, a penúria. Inspeção de promotores do Ministério Público que investigam a responsabilidade criminal e penal de oficiais da PM na máfia da saúde constatou que o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, está entregue às baratas. Não tem medicamentos, os equipamentos estão quebrados, e a situação obviamente ficou caótica. 
 Só de desvios, já foram contabilizados R$ 7,9 milhões. A maior fraude foi justamente identificada na unidade com a compra, por R$ 4,4 milhões, de 75 mil litros de ácido peracético — líquido usado para esterilizar material cirúrgico, que nunca foram entregues. Agora, os promotores pediram para técnicos do Tribunal de Contas do Estado ajudarem a corporação nos próximos processos de licitação. 


REPRODUÇÃO DO  PORTAL G1 

Presidente do TCE-RJ quer auditar compras da PM nos últimos 5 anos

Lista de irregularidades
Os auditores identificaram, dentre outras, as seguintes irregularidades: pagamento indevido por produtos não entregues; documentos falsificados; inversão cronológica dos atos de formalização processual; produtos adquiridos em quantidades superiores às necessárias, produtos adquiridos com especificação incompatível com as necessidades; atestação falsa; recebimento de produtos por documento diverso da nota fiscal; recebimento de produtos diferentes dos especificados na nota fiscal; recebimento de produtos sem cobertura contratual; impropriedades na formalização dos processos; ausência de registro contábil dos materiais médicos hospitalares; ausência de registro individualizado dos materiais médico-hospitalares; excesso de materiais de baixo consumo e falta de materiais essenciais; ausência de inventário anual e condições inadequadas de armazenamento dos materiais médico-hospitalares.
Mais da metade do dinheiro desviado, cerca de R$ 4,2 milhões, refere-se à compra de ácido peracético, um desinfetante usado para esterilizar instrumentos cirúrgicos. A auditoria contatou que o Funespom pagou por 71.190 litros do desinfetante. A quantidade já seria absurda, segundo Lopes, já que em todo o ano foram usados somente 310 litros.
"Seriam necessários 230 anos para gastar todo esse ácido. Isso, se a PM tivesse recebido o produto. A corporação pagou mais de R$ 4 milhões pelo produto e não recebeu. Trata-se de um esquema fraudulento que rouba os próprios policiais, já que eles contribuem com 10% do salário para o fundo que fez essas compras", disse o presidente do TCE.
Durante a apresentação do voto, o relator do processo, o conselheiro José Gomes Graciosa, citou outras irregularidades, como tomada de preços feitas por uma pessoa inexistente - nos documentos constam como responsável uma major com nome fictício, com o RG de um ex-cabo PM excluído da corporação - e a compra de 297 stents de 2,5mm e com o mesmo fármaco, como se todas as pessoas usassem o equipamento coronariano com o mesmo calibre.

Relação dos citados no relatório (veja abaixo o que alegam):

Responsável: Décio Almeida da Silva
Cargo/Função: CEL PM – Subdiretor-Administrativo da Diretoria-Geral de Saúde no período de 20/12/13 a 06/09/2014

Responsável : Kleber dos Santos Martins
Cargo/Função: CEL PM – Diretor-geral de Administração e Finanças

Responsável : Helson Sebastião Barboza dos Prazeres
Cargo/Função: MAJ PM – Chefe do Fuspom no período de 26/12/13 a 23/09/14 e fiscal administrativo do HCPM no período de 30/04/13 a 11/12/13

Responsável: Andrea Carneiro Ramos
Cargo/Função: MAJ PM - Chefe da Central de Material Médico Hospitalar de 10/10/2013 a 26/11/2014

Responsável : Marcia Rezende Dourado Azevedo
Cargo/Função: 1º TEM PM

Responsável : Armando Porto Carreiro
Cargo/Função: CEL MÉDICO - Diretor do Hospital Central da PM no período de 27/08/13 a 28/10/14

Responsável : Alexandre Felix Barbosa
Cargo/Função: TEN CEL PM - Subdiretor administrativo do Hospital Central da Polícia Militar desde 10/12/13

Responsável : Maycon Macedo de Carvalho
Cargo/Função: MAJ PM - Fiscal administrativo do HCPM no período de 11/12/13 a 05/08/14

Responsável : Thiago Cícero Teixeira Bezerra
Cargo/Função: MAJ PM - Fiscal administrativo do HCPM a partir de 05/08/14

Responsável: Carlos Mendes Gomes de Oliveira
Cargo/Função: CEL PM - Diretor de Logística no período de 10/10/11 a 03/12/13

Responsável : Sergio Ferreira de Oliveira
Cargo/Função: MAJ PM - Chefe do Fuspom no período de 19/02/13 a 14/01/14

Responsável : João Jorge de Souza
Cargo/Função: 1º TEN PM – Responsável pelo Almoxarifado do HCPM no período de 01/01/10 a 06/11/14

Responsável : Edson da Silva
Cargo/Função: 2º TEN. PM

Responsável: Marcio da Silva Ribeiro
Cargo/Função: 1º TEN. PM

Responsável : Carlos Henrique de Araújo
Cargo/Função: 2º TEN. PM

Responsável: Sergio Sardinha
Cargo/Função: CEL MED - Diretor do Hospital da Polícia Militar em Niterói, no período de 01/01/14 a 28/10/14

Responsável : Marcelo de Almeida Carneiro
Cargo/Função: TEN CEL PM - Subdiretor administrativo do Hospital da PM em Niterói, no período de 22/02/14 a 08/10/14

Responsável : Fabiano Duarte Lopes
Cargo/Função: CAP PM - Fiscal administrativo do HPM Nit no período de 02/01/14 a 20/10/14

Responsável : João Alexandre de Rezende Assad
Cargo/Função: MAJOR PM MÉDICO - Chefe do Setor de Hemodinâmica do HCPM desde 15/10/13

Defesas
O coronel Décio Almeida da Silva disse que, quando for chamado, vai prestar esclarecimentos ao TCE.

O coronel Carlos Mendes Gomes de Oliveira afirmou que não teve participação nos contratos analisados.

O coronel médico Armando Porto Carreiro disse que assim que identificou as irregularidades fez a denúncia à Secretaria de Segurança.

O coronel médico Sergio Sardinha afirmou que quando foi surpreendido pela falta de material na unidade, informou a diretoria de finanças para que os produtos não fossem pagos. O coronel disse também que não faz parte da equipe de licitação, nem é responsável pelos pagamentos.

A major Andrea Carneiro Ramos afirmou que já disse tudo ao TCE.

O tenente coronel Alexandre Felix Barbosa disse que não participou de qualquer fraude e que foi citado pelo TCE por questões administrativas.

O major Maycon Macedo de Carvalho disse que está tranquilo em relação a sua conduta e que é testemunha no caso.

O major médico João Alexandre de Rezende Assad falou que só vai se pronunciar quando for comunicado oficialmente.


segunda-feira, 25 de maio de 2015

O estado de saúde da policial militar Drielle é grave


A policial militar Drielle Lasnor, do 14º BPM (Bangu), foi baleada durante uma perseguição a um carro na Estrada da Água Branca, em Realengo,  foi levada para o Hospital estadual Albert Schweitzer e em seguida transferida de helicóptero para o Hospital estadual Alberto Torres, em São Gonçalo.  Seu estado de saúde é grave.

Foram  presos, Gustavo Marques de Assunção, de 26 anos, e Rafael Paiva de Oliveira, de 22, foram levados para a 34ª DP (Bangu).

Segundo informações da Polícia Militar, a equipe da soldado desconfiou de um Gol verde. Quando os PMs se aproximaram, o motorista acelerou para fugir e os cúmplices atiraram contra a viatura. Um dos disparos atingiu a policial. Outros agentes prenderam dois ocupantes do carro, que bateu no muro de uma igreja.

Com os presos foram apreendidos duas pistolas, dois carregadores, um radiotransmissor, um caderno com anotações sobre tráfico de drogas e munição.

Uma Policial Militar é baleada na cabeça durante perseguição em Realengo



Uma policial militar foi baleada na cabeça durante uma perseguição a suspeitos na madrugada desta segunda-feira (25), em Realengo, na Zona Oeste do Rio.

Por volta das 02h00, policiais militares do 14º BPM (Bangu), avistaram um veículo com três suspeitos na Estrada da Água Branca. Ao perceberem a aproximação da PM os criminosos fugiram e dispararam contra a viatura. Houve perseguição e os policiais revidaram os tiros.

O carro onde os suspeitos estavam colidiu com o muro de uma igreja, mas mesmo assim eles conseguiram atingir a soldado Drielle  Lasnor de Moares. A PM foi socorrida pelos colegas para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, no mesmo bairro. de acordo com o comandante do Batalhão, Cel Friederick Minervini, o estado de saúde da policial é grave.

Dois dos criminosos foram presos, eles foram identificados como, Gustavo Marques de Assunção, de 26 anos e Rafael Paiva de Oliveira, 22 anos. Com eles a polícia apreendeu duas pistolas, carregadores, munição além de um caderno de anotações do tráfico.

A Ocorrência foi encaminhada para a 34 DP  (Bangu).

sábado, 23 de maio de 2015

UMA SAÍDA PARA O SECRETÁRIO DE SEGURANÇA PÚBLICA


Luiz Fernando Pezão tem se empenhado em Brasília para achar alguém que o ajude a cuidar do futuro de José Mariano Beltrame. Pezão quer construir a saída do mais longevo secretário de Segurança do Rio de Janeiro e pai das UPPs sem passar a ideia de uma demissão. Quer que Beltrame caia para cima. O ideal seria achar na PF ou no governo federal um posto para o secretário. Não será fácil, ao menos no que depender do próprio Beltrame. Sua vontade de trabalhar em Brasília, ainda mais num governo do PT, é mínima. A disposição de voltar à PF também beira o zero.

Bombeiro é preso após denunciar jornada excessiva de trabalho


Em agosto do ano passado ele participou de uma reunião para denunciar o que se considera uma jornada de trabalho excessiva. Outros quatro homens do Corpo de Bombeiros foram punidos pelo mesmo motivo. Três deles ficaram presos em março. O outro foi excluído da corporação.

Os bombeiros do estado de Goiás trabalham em média 60 horas por semana, sendo que tem semanas que chegam a trabalhar até 72 horas.

A jornada de trabalho do CBMGO foi considerada análoga a escrava pela Comissão Estadual de Erradicação do Trabalho Escravo - Goiás. os mesmos buscam os direitos garantidos na constituição federal.

O comando do Corpo de Bombeiros explica que a jornada atual dos militares é de 24 horas trabalhadas por 48 horas de descanso. Além disso, afirma que a corporação estuda a possibilidade de implantar uma escala de 24 horas trabalhadas por 72 horas de descanso.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Policial militar morre em acidente de trânsito na linha Amarela


Um policial militar morreu num acidente envolvendo um carro e uma moto na linha Amarela, na altura da saída 2, no Méier, zona norte do Rio, na noite desta quinta-feira (21).
O sargento Francisco da Chagas de Araújo, de 39 anos, era ocupante da moto e morreu no local.

Pensionista tem direito ao reajuste do benefício igual ao de ativos


Decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) garantiu a pensionistas do Estado do Rio reajuste igual ao dos servidores ativos. O direito ao recebimento do mesmo índice foi retirado pela Emenda Constitucional 47/05, que mudou as regras da Previdência Social. A Corte entendeu ainda que o pagamento do benefício terá que respeitar o corte de 30% do valor que exceder o teto do INSS, hoje de R$4.663,75, na pensão do servidor. A regra está prevista em outra emenda, a 41/03, que pôs fim aos salários iguais entre ativos e inativos.
Para que o pensionista seja contemplado pela decisão do Supremo, o gerador de sua pensão deve ter ingressado até 16 de dezembro de 1998 na Administração Pública, quando foi publicada outra emenda sobre Previdência, a EC20. Também era necessário que na época fossem preenchidos requisitos, como 35 anos de contribuição para homem e 30 anos para mulher.
A decisão do STF atingirá ao menos 1.219 processos semelhantes em outras instâncias. “Se houver reestruturação de carreira do servidor falecido, com reajuste de 40%, por exemplo, o pensionista também receberá”, explica o advogado Rudi Cassel.
Se o funcionário se aposentou antes de 2003 e recebia R$ 14.667, por exemplo, mas morreu depois da Emenda 41, a viúva receberia pensão de R$ 4.667 mais 70% de R$ 10 mil (R$ 7 mil), totalizando R$11.667.
MAIS BENEFICIÁRIOS
Como muitas dessas ações são coletivas, o número de pensionistas com direito ao benefício será maior, acredita André Viz, advogado especialista em Administração Pública. “Quem se enquadra na EC 41 e não entrou na Justiça pode pleitear o reajuste, o retroativo dos últimos cinco anos e benefício daqui em diante”, explica Viz.
AÇÕES EM ANDAMENTO
Rudi Cassel, do Cassel Ruzzarin Advogados, acredita que a ação ganha no Estado do Rio vai influenciar todas as futuras pensões. “Como foi repercussão geral, ela afeta os processos em andamento e serve para a esfera administrativa se orientar na concessão de pensões, apesar de não ser uma obrigatoriedade”, explica.
MÃE E FILHO GANHARAM
Era contra essa redução da pensão que a pensionista (viúva) e o pensionista (filho) de um servidor aposentado morto no Estado do Rio de Janeiro reclamaram na ação original. Eles obtiveram vitória no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) para o ganho integral do benefício avaliado em R$ 3 mil mensais.
INTEGRALIDADE DEVIDA
O Estado do Rio e o Rioprevidência recorreram ao STF, mas perderam. Isso ocorreu após o TJ-RJ entender ser devida a integralidade da pensão por morte no valor dos proventos, do aposentado antes da vigência da Reforma da Previdência (EC 41/03), mas que morreu após a sua publicação, em 31 de dezembro de 2003.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

Polícias Civil e Militar recuperam arma e celular de PM morto em Campos

Bastaram algumas horas e uma força conjunta das Policias Civil e Militar, envolvendo cerca de 35 agentes das duas corporações, para que três dos quatros envolvidos na morte do PM Manoel de Souza Ferreira, lotado no 32° Batalhão de Policia Militar (BPM) fossem presos.



Em coletiva realizada na tarde desta quarta-feira (20/05), na 134ª Delegacia Legal do Centro de Campos, o delegado titular da unidade, Geraldo Rangel e o comandante do 8° BPM, Marcelo Freiman contaram que em ação dentro da comunidade, e depois de capturarem W.S.G., vulgo Macetinho, de 19 anos na Rua Conselheiro Thomás Coelho, foi possível chegar a D.C.L, de 24 anos, na Rua Ramiro Braga, na comunidade da Baleeira.

Segundo a polícia, no momento em que os policiais chegaram à casa do suspeito, ele estava tentando se desvencilhar do celular do policial, jogando-o no vaso sanitário.

Logo em seguida, novamente na Rua Conselheiro Thomás Coelho, os policiais localizaram S.R.V.J., de 25 anos e posteriormente foram até a casa de um menor, que não foi localizado, onde estaria a arma do crime.

A arma, uma pistola calibre 380, foi encontrada com 10 munições deflagradas e duas intactas, uma delas picotada, nas imediações da comunidade, onde após ocupação da área, os policiais acabaram descobrindo que a vítima teria sido morta no cruzamento das ruas Joaquim Suma e Ramiro Braga.

No local onde o crime foi executado, os policias encontraram além de marcas de sangue, 10 cápsulas deflagradas, do mesmo calibre da arma do policial morto.

De acordo com o delegado da 134° DL, familiares contaram que Manoel teria saído de casa entre 21h e 21h 30 da noite desta terça-feira (19/05) e o crime teria ocorrido por volta das 02h desta quarta.

Exames cadavéricos vão confirmar a causa da morte do policial, se ele foi ou não executado com a própria arma e se houve luta corporal com os autores do crime.

Segundo Geraldo Rangel, W.S.G. e D.C.L., deverão responder por homicídio qualificado, por motivo torpe, e concussão de agentes. Já S.R.V.J. deverá responder por associação ao tráfico, por ter sido procurado pela dupla para esconder a arma do crime.Além disso, os três deverão responder pelo furto dos pertences do policial. Um quarto suspeito, que seria menor de idade, ainda não foi localizado.


quarta-feira, 20 de maio de 2015

Policial Militar de Macaé é encontrado morto em Campos

FONTE: G1

O corpo de um policial militar identificado como Manoel de Souza Ferreira, lotado no 32º Batalhão de Polícia Militar (BPM) de Macaé, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (20) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Segundo a corporação, o corpo, que estava dentro de um veículo modelo Ford Fiesta de cor preta, apresentava marcas de tiros e agressão. O caso foi registrado na 134ª DP.
Ainda de acordo com a PM, no início da manhã o órgão recebeu uma denúncia anônima de que um homem estaria morto dentro de um carro na Rua Visconde de Alvarenga, no Parque Leopoldina. O comandante do 8º BPM (Campos), tenente-coronel Marcelo Freimam, revelou que Manoel era segundo sargento e morava em Campos. Ele também já atuou no 8º BPM. A Polícia Militar ainda não sabe a motivação do suposto homicídio, nem o paradeiro dos suspeitos do crime.

Problemas relatados por policiais durante audiência pública na ALERJ

COMISSÃO SUGERE REVISÃO DE ESCALA E DA ALIMENTAÇÃO DOS POLICIAIS



A falta de estrutura e de condições até mesmo para se alimentar, problemas na escala de serviços e falta de equipamentos de proteção individual foram alguns problemas relatados por policiais civis e militares, nesta terça-feira (19/05), durante audiência pública das comissões de Defesa dos Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Presidente da Comissão de Segurança Pública, a deputada Martha Rocha (PSD) disse que já apresentou uma indicação legislativa para que tanto a escala quanto a alimentação dos policiais sejam revistas. “Minha maior preocupação é com os policiais do interior, porque eles trabalham em um regime de 12 horas por 24 horas de folga e, depois, 24 horas de trabalho por 48 horas de folga. É impossível que uma pessoa que resida no interior possa ir em casa nesse período”, reclamou.
Com relação ao valor da alimentação, a parlamentar classificou como insuficiente. “Hoje, os policias militares recebem R$ 178 por mês. Esse valor não é suficiente, pois é humanamente impossível que ele viva com essa quantia ao dia. A comissão já conversou com o secretário (de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame) e já apresentei indicações legislativas que tratam dessa questão”, disse. Segundo o policial identificado como sargento Mota, da Unidade de Polícia Pacificadora do Tabajara, a escala precisa ser repensada. Ele relatou as condições de trabalho na UPP: “Há cerca de um mês, o Comando de Polícia Pacificadora (CPP) interditou um dos contêineres da base avançada usado como banheiro pelos policiais. Agora, é preciso que os militares se dirijam à base administrativa da UPP, onde há dois sanitários e um chuveiro, localizada no topo da favela, ou ir a bares e a restaurantes da comunidade”.
O subsecretário de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança, Pekhx Jones, disse que existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público do Estado, que pode ajudar a superar vários problemas relatados na audiência. Mas, de acordo com ele, o custo desse TAC é “muito alto” e, por isso, a pasta estuda outras formas de resolver os problemas. “Esse termo prevê todos os aspectos do profissional, seja na formação, na valorização, na capacitação e na política de valorização do servidor, mas tem esse problema referente ao orçamento. Se fôssemos cumprir o TAC tal como está escrito, precisaríamos, só este ano, de R$ 10 bilhões, o que, nesse momento, é inviável”, explicou Jones.
Relatório
Doutor em Sociologia e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Ignácio Cano apresentou um estudo feito na Região Metropolitana onde mais de 5 mil policiais militares foram ouvidos. A pesquisa foi baseada em dados de 2014. Segundo Cano, a pesquisa apontou que 7% dos policias militares pensam em suicídio, 57% dos PMs tiveram disparos feitos em sua direção, 35% dos agentes atiraram em serviço e 8% foram feridos. Em referência à satisfação, 29% dos policiais alegaram que estão insatisfeitos com a profissão. Já 24% se sentem desrespeitados pela corporação e um terço disse que é desrespeitado pela sociedade.
Segundo Cano, o estudo demonstra que o alto nível de estresse que os policias sofrem está associado ao excesso do uso da força . “Policiais mais estressados são mais propícios a fazer o uso da força. Hoje em dia, temos uma polícia que não cuida da sociedade e uma instituição que não cuida dos seus policiais. O policial tem constantemente seus direitos desrespeitados, e é preciso que ele seja respeitado para respeitar a sociedade. No discurso dos policias, fica claro que eles não se sentem respeitados nem pela corporação, nem pela sociedade. É um jogo de respeito mútuo que precisa ser construído”, afirmou.
O presidente da Comissão de Diretos Humanos, deputado Marcelo Freixo (PSol), disse que vai apresentar emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), destinando verbas para a melhoria das condições de trabalho dos policiais.”Há muitas queixas com relação à segurança no trabalho e à falta de material, e isso é o que podemos encaminhar coletivamente através de emendas à LDO. Já com relação à escala de serviço e ao regimento, vamos nos reunir novamente daqui a 15 dias e sistematizar uma forma de resolver esses problemas que não dependem de orçamento”, disse o parlamentar.

SITE ALERJ (Texto de Vanessa Schumacker)


Policial mais estressado está mais inclinado ao uso da força, diz especialista


Uma pesquisa feita com 5 mil policiais militares (PMs), equivalente a 20% de todo o contingente da região metropolitana do Rio, mostrou que muitos PMs apresentavam sintomas de estresse, como raiva (54%) e insônia (52%), e 29% deles também alegavam estar insatisfeitos com a profissão.

Coronel Frederico Caldas, relações públicas da PM, durante a substituição da Força de Pacificação do Exército para o patrulhamento das comunidades do conjunto de favelas da Maré (Fernando Frazão/Agência Brasil)
Pesquisa mostra que PMs apresentavam sintomas de estresse, como raiva (54%) e insônia (52%)Fernando Frazão/Agência Brasil
"Um policial mais estressado está mais inclinado ao uso da força e isso é prejudicial tanto para ele quanto para a sociedade. Se não respeitarmos os policiais e dermos melhores condições de trabalho a eles, nunca poderemos esperar que eles respeitem os cidadãos nas ruas", disse o sociólogo Ignácio Cano, especialista em Segurança Pública e coordenador do Laboratório de Análises e Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), que apresentou os dados da pesquisa.

Os números foram divulgados hoje (19) em uma audiência pública na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e reuniu representares da Secretaria de Estado de Segurança do Rio, das polícias Militar e Civil e agentes de segurança pública para discutir as condições de trabalho dos policiais.

A pesquisa também mostrou que cerca de 7% dos policiais pensaram em cometer suicídio. Algumas das causas desse índice, de acordo com Cano, são a baixa remuneração, baixo status social, horários de trabalho muito extensos, escalas pouco funcionais, sensação de desrespeito pela corporação e pela comunidade, além da "altíssima" exposição a confrontos armados, o que leva muitos agentes a se tornarem vítimas das políticas de confronto e do modelo da "guerra às drogas".

A audiência também ouviu o sargento Lúcio Alexandre Pereira, da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) da Ladeira dos Tabajaras, comunidade localizada em Copacabana. Ele criticou a estrutura do local de trabalho de muitos policiais. "Nós trabalhamos dentro de contêineres, que não oferecem nenhuma segurança. A base avançada da UPP Tabajaras tem um suporte precário, não há banheiro, nem local de alimentação", relatou.

A presidente da Comissão de Segurança Pública da Alerj, deputada Marta Rocha (PSD-RJ), diz que ouvir policiais, pesquisadores e representantes da sociedade civil é um passo importante na elaboração de políticas que possam garantir melhores condições dos agentes. "A comissão segue atenta aos pedidos. O policial satisfeito com o seu trabalho oferece um serviço com mais qualidade e quem sai ganhando é a sociedade", disse, acrescentando ser necessário também investir na qualificação e na formação dos agentes.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos da Alerj, deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ), disse que a audiência será importante para entender as solicitações dos policiais e dos parentes de agentes mortos em serviço e encaminhar aos órgãos competentes.

"A comissão acompanha os familiares dos policiais assassinados dando assistência psicológica, encaminha para a assistência jurídica, fundamentalmente pela Defensoria Pública. Esse encontro também será importante para dar voz a policiais civis e militares não somente sobre questões salariais, mas tudo o que envolve o seu dia a dia. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública e para isso é decisivo escutar esses policiais".

Diante das demandas, o subsecretário de Educação, Valorização Profissional e Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança, Pehkx Jones, disse que, em 15 dias, vai se reunir novamente com as comissões da Alerj. "Vamos fazer encaminhamentos para apropriar alguma coisa em leis de defesas orçamentárias para o ano que vem para mostrar à sociedade do Rio de Janeiro que existe uma confluência de esforços coletivos para melhorar a situação e valorizar o policial".

terça-feira, 19 de maio de 2015

AUDIÊNCIA PÚBLICA: MELHORIA NAS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS POLICIAIS

A Comissão de Segurança Pública e Assuntos de Polícia e de Direitos Humanos da Alerj realizou, nesta terça-feira, dia 19, uma audiência pública para discutir as condições de trabalho e violação de direitos dos policiais.




CABO PM Wagner Luís





COMISSÃO SUGERE REVISÃO DE ESCALA E DA ALIMENTAÇÃO DOS POLICIAIS ( site da ALERJ )


A falta de estrutura e de condições até mesmo para se alimentar, problemas na escala de serviços e falta de equipamentos de proteção individual foram alguns problemas relatados por policiais civis e militares, nesta terça-feira (19/05), durante audiência pública das comissões de Defesa dos Direitos Humanos e de Segurança Pública da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Presidente da Comissão de Segurança Pública, a deputada Martha Rocha (PSD) disse que já apresentou uma indicação legislativa para que tanto a escala quanto a alimentação dos policiais sejam revistas. “Minha maior preocupação é com os policiais do interior, porque eles trabalham em um regime de 12 horas por 24 horas de folga e, depois, 24 horas de trabalho por 48 horas de folga. É impossível que uma pessoa que resida no interior possa ir em casa nesse período”, reclamou.
Com relação ao valor da alimentação, a parlamentar classificou como insuficiente. “Hoje, os policias militares recebem R$ 178 por mês. Esse valor não é suficiente, pois é humanamente impossível que ele viva com essa quantia ao dia. A comissão já conversou com o secretário (de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame) e já apresentei indicações legislativas que tratam dessa questão”, disse. Segundo o policial identificado como sargento Mota, da Unidade de Polícia Pacificadora do Tabajara, a escala precisa ser repensada. Ele relatou as condições de trabalho na UPP: “Há cerca de um mês, o Comando de Polícia Pacificadora (CPP) interditou um dos contêineres da base avançada usado como banheiro pelos policiais. Agora, é preciso que os militares se dirijam à base administrativa da UPP, onde há dois sanitários e um chuveiro, localizada no topo da favela, ou ir a bares e a restaurantes da comunidade”.
O subsecretário de Educação, Valorização e Prevenção da Secretaria de Estado de Segurança, Pekhx Jones, disse que existe um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), proposto pelo Ministério Público do Estado, que pode ajudar a superar vários problemas relatados na audiência. Mas, de acordo com ele, o custo desse TAC é “muito alto” e, por isso, a pasta estuda outras formas de resolver os problemas. “Esse termo prevê todos os aspectos do profissional, seja na formação, na valorização, na capacitação e na política de valorização do servidor, mas tem esse problema referente ao orçamento. Se fôssemos cumprir o TAC tal como está escrito, precisaríamos, só este ano, de R$ 10 bilhões, o que, nesse momento, é inviável”, explicou Jones.
Relatório
Doutor em Sociologia e professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), Ignácio Cano apresentou um estudo feito na Região Metropolitana onde mais de 5 mil policiais militares foram ouvidos. A pesquisa foi baseada em dados de 2014. Segundo Cano, a pesquisa apontou que 7% dos policias militares pensam em suicídio, 57% dos PMs tiveram disparos feitos em sua direção, 35% dos agentes atiraram em serviço e 8% foram feridos. Em referência à satisfação, 29% dos policiais alegaram que estão insatisfeitos com a profissão. Já 24% se sentem desrespeitados pela corporação e um terço disse que é desrespeitado pela sociedade.
Segundo Cano, o estudo demonstra que o alto nível de estresse que os policias sofrem está associado ao excesso do uso da força . “Policiais mais estressados são mais propícios a fazer o uso da força. Hoje em dia, temos uma polícia que não cuida da sociedade e uma instituição que não cuida dos seus policiais. O policial tem constantemente seus direitos desrespeitados, e é preciso que ele seja respeitado para respeitar a sociedade. No discurso dos policias, fica claro que eles não se sentem respeitados nem pela corporação, nem pela sociedade. É um jogo de respeito mútuo que precisa ser construído”, afirmou.
O presidente da Comissão de Diretos Humanos, deputado Marcelo Freixo (PSol), disse que vai apresentar emendas à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), destinando verbas para a melhoria das condições de trabalho dos policiais.”Há muitas queixas com relação à segurança no trabalho e à falta de material, e isso é o que podemos encaminhar coletivamente através de emendas à LDO. Já com relação à escala de serviço e ao regimento, vamos nos reunir novamente daqui a 15 dias e sistematizar uma forma de resolver esses problemas que não dependem de orçamento”, disse o parlamentar.

(Texto de Vanessa Schumacker)

A desmilitarização da PM na voz de um policial

Em entrevista, um membro da PM falou da desmilitarização da corporação, da redução da maioridade penal, do direito à manifestação, da ação da polícia na periferia e da PEC300

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O PROERD


Crise financeira leva PM a deixar helicópteros parados


A crise financeira enfrentada pelo estado do Rio de Janeiro afeta também a Segurança Pública do Estado. Por falta de pagamento das empresas responsáveis pela manutenção dos helicópteros da Polícia Militar, toda a frota usada em operações policiais está parada.

A PM tem seis helicópteros. Cinco são aeronaves esquilo, avaliadas por especialistas em R$ 10,5 milhões cada uma. O sexto é o helicóptero blindado da PM, o chamado “caveirão do ar”, avaliado em R$ 22 milhões.
Em nota, a PM confirmou que as aeronaves estão paradas desde do dia 10 de maio. Segundo a corporação, até a próxima sexta-feira (22) dois helicópteros serão liberados para voo.
A Helibrás, empresa responsável pelo serviço de manutenção nos helicópteros, confirmou que a PM está com pagamentos atrasados, mas não divulgou o valor da dívida. Um levantamento feito pelo deputado Luiz Paulo, do PSDB, presidente da Comissão de Tributação da Alerj, mostra que a PM deve mais de R$ 1 milhão a Helibrás. Em nota, a corporação informou que já pagou R$ 500 mil à empresa neste ano e que até o fim de maio pagará os outros R$ 500 mil.
A Helibrás informou também que tem procurado realizar os serviços de manutenção com dois mecânicos sediados no Rio.
Já os serviços de manutenção no helicóptero blindado são executados pela empresa Líder. O “caveirão do ar” está num hangar em Jacarepaguá, na Zona Oeste.  Os mecânicos retiraram o motor e aguardam a chegada de peças dos Estados Unidos. A Líder disse que não vai comentar a situação.

Pesquisa revela que 7% dos policiais militares do Rio pensam em suicídio

Cerca de 20% do efetivo foi ouvido. 'O policial do Rio de Janeiro é estressado, trabalha longas horas e não dorme', pontuou o sociólogo Ignácio Cano
ATHOS MOURA


Rio - Uma pesquisa que será divulgada pelo Laboratório de Análises de Violência da Uerj, em parceria com o Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, revela que pelo menos 7% dos policiais militares do Rio de Janeiro já pensaram em suicídio.

A pesquisa foi baseada em dados de 2014 e ouviu 5 mil PMs de todas as unidades policiais da região Metropolitana do Rio. Ou seja, cerca de 20% do efetivo. A divulgação preliminar dos dados aconteceu nesta terça-feira, na Alerj, durante uma audiência pública sobre as violência e condições de trabalho de policiais do Rio de Janeiro.

Outros dados da pesquisa dão conta de que 57% dos PMs tiveram disparos feitos em sua direção, 35% dos agentes atiraram em serviço e 8% foram feridos. Quando se referem a satisfação, 29% dos policiais alegaram que estão insatisfeitos com a profissão. Já 24% se sentem desrespeitados pela corporação e 1/3 disse que é desrespeitado pela sociedade.

Segundo o coordenador do estudo, o sociólogo Ignácio Cano, as causa desses problemas podem ser elencadas através da escala de trabalho, baixa remuneração, diferença de salários entre praças e oficiais, baixo status social, alta exposição a confrontos armados, além, da impossibilidade de sindicalização. De acordo com Cano, os policiais não possuem uma forma de reivindicação e acabam sendo alvos de punições que estão previstas no estatuto da PM.

"O policial do Rio de Janeiro é um policial estressado, que trabalha longas horas, que não dorme o suficiente, que tem angústia, ansiedade e que muitas vezes faz o uso excessivo da força, em muitas vezes, em razão disso. Então a gente tem que conseguir melhorar as condições de trabalho do policial para que ele faça o uso moderado da força", disse.

O sociólogo apontou o regulamento da corporação como "antidemocrático e autoritário, que priva os policiais de muitos direitos básicos de expressão". De acordo com Cano, mudanças podem ser feitas, sem que pra isso haja aumento no orçamento da PM. "Há várias demandas que são urgentes e não tem custo para o estado. O estado não pode mais adiar a mudança nas escalas, por exemplo, que são ruins para os policiais e para a sociedade".

A audiência pública foi convocada pelas comissões de Direitos Humanos e de Segurança da Alerj. Participaram representantes do estado, das corporações e familiares de policiais vitimados em serviço. De acordo com o deputado estadual Marcelo Freixo, presidente da Comissão de Direitos Humanos, a reunião serviu para ouvir as demandas e encaminhar os pedidos para os setores competentes.

"Hoje é o dia da escuta, da gente ser capaz de ouví-los sobre como estão suas vidas, suas perspectivas e também a sociedade civil. Queremos tratar da qualidade da segurança pública ouvindo os profissionais de segurança", contou.
 
Fonte: O DIA

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Polícia faz buscas por PM que está desaparecido há uma semana no Rio

Um subtenente da Polícia Militar lotado no 17º BPM está desaparecido desde a última terça-feira (12) no Rio. Eduardo Moreira de Souza, de 53 anos, foi visto pela última vez em um posto de gasolina em Bonsucesso, na zona norte da cidade. As informações foram confirmadas pela Polícia Civil.

O caso está sendo investigado pela DDPA (Delegacia de Descoberta de Paradeiros). Parentes já prestaram depoimento e imagens de câmeras se segurança estão sendo analisadas.

Agentes seguem em diligências na busca de informações que ajudem a encontrar o paradeiro da vítima.

A moto do PM foi localizada na comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, zona norte da cidade. 

VÍDEO: tiroteio entre militares do exército e traficantes na Maré

MANCHETEONLINE


Militares da Força de Pacificação (FPac) trocaram tiros com criminosos, nesta sexta-feira (15), por volta das 9h30, durante patrulhamento na região da Vila do João, no Complexo da Maré, Zona Norte do Rio. 
De acordo com a Força, os militares sofreram disparos de fuzil e de pistola e revidaram. Os bandidos conseguiram fugir do local. Esta situação de confronto, segundo a nota enviada pela FPac, repetiu-se algumas vezes uma vez que a tropa iniciou uma operação de vasculhamento naquela área para capturar algum dos criminosos identificados. A operação foi encerrada por volta das 13h30, quando a tropa retornou para a sua base. Não há relatos de feridos e nenhuma prisão ou apreensão foi efetuada. 

Neste sábado (16), em uma página de uma rede social, foi divulgado um vídeo mostrando confrontos na comunidade, indicando que seriam desta sexta-feira. Porém, a Força de Pacificação não confirma se as imagens realmente referem-se ao confronto de ontem. Além disso, a nota afirma que as ações da tropa são filmadas para “compor relatórios operacionais, caderno de lições aprendidas, bem como proporcionar um constante aperfeiçoamento de técnicas, táticas e procedimentos no emprego em missões reais”. Tais imagens destinam-se exclusivamente para uso interno do Comando da Operação. A Força está apurando o vazamento do vídeo, bem como a data em que foi gravado.

domingo, 17 de maio de 2015

PM É ASSASSINADO EM SÃO GONÇALO


 O cabo da polícia militar Luiz Carlos Barbosa de Lima Júnior morreu após ter o carro atingido por tiros na manhã deste domingo, no bairro Porto da Pedra, em São Gonçalo. Lotado no Grupamento de Ações Táticas (GAT) do 12º BPM (Niterói), ele estava a caminho do trabalho quando foi alvejado.
O cabo foi levado para o Pronto Socorro de São Gonçalo, no bairro Zé Garoto, mas não resistiu aos ferimentos. Ele deixa um bebê de poucos meses.

DEPUTADO FEDERAL CABO DACIOLO FOI EXPULSO DO PSOL


Por 54 votos a 1, o conselho de ética do Psol expulsa o Cabo Daciolo do partido. O Psol ainda irá se manifestar se tentará ou não cassar o mandato do Daciolo.
Agora é oficial: DACIOLO FOI EXPULSO DO PSOL 
O dia de hoje foi marcado como aquele em que o PSOL não respeitou a liberdade de expressão, visto que Daciolo é expulso simplesmente por defender os Militares e por se expressar a favor de Deus. O Psol não respeitou o próprio nome, pois a letra “L” do partido quer dizer LIBERDADE. 



Obrigado por tudo o que você fez no PSOL Cabo Daciolo, mostrou que não importa o partido, seu caráter e sua ideologia nunca mudarão. Independentemente de qual será seu futuro partido continue sendo você mesmo pois Deus tem coisas muito maiores para você.



Acima a histórica imagem de dentro do Quartel Central do Corpo de Bombeiros, quando os Policiais Militares abaixaram os escudos ao perceberam que Daciolo não é um inimigo, mas sim um homem que luta por DIGNIDADE.



Tenho muito orgulho de você, meu irmão.



JUNTOS SOMOS FORTES E NEM UM PASSO DAREMOS ATRÁS!

Estado fecha clínicas de perícia médica

As nove clínicas que faziam perícias médicas e exames admissionais de servidores estaduais foram fechadas. Os postos — em Campo Grande, Tijuca, São Gonçalo, Niterói, Araruama, Campos, Caxias, Itaperuna e Macaé — interromperam o atendimento porque os contratos com o governo do estado terminaram e não foram renovados. Outras sete unidades, em Angra dos Reis, Barra Mansa, Barra do Piraí, Itaguaí, Nova Iguaçu, Nova Friburgo e Petrópolis já haviam encerrado as atividades em 2013. Todas foram implantadas em fevereiro de 2012.
Policiais civis e quaisquer servidores públicos que precisam se afastar do trabalho por doença estão tendo dificuldades de atendimento, já que hoje os trabalhos estão concentrados na Perícia Médica da Secretaria estadual de Saúde, na Praça Tiradentes, no Centro do Rio.
Os 79 peritos criminais que se formaram em março, na Cidade da Polícia, no Jacaré, em solenidade com direito a discurso do governador Luiz Fernando Pezão e do chefe de Polícia Civil, Fernando Veloso, não tomaram posse. Os servidores, que seriam lotados em 19 postos regionais de Polícia Técnica e Científica e no Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), estão em casa aguardando a chamada.
 
Os postos foram criados com a promessa de um melhor atendimento
O atraso nas contratações teria relação com a dificuldade de realizar os exames admissionais.
Em nota conjunta divulgada pela Secretaria estadual de Planejamento, que concentrou as respostas da Secretaria de Saúde e da Polícia Civil, o governo negou o atraso. A diretora da Academia de Polícia, Jéssica Oliveira, informou que a "posse dos peritos segue no prazo legal, e o agendamento da admissão dos
policiais já foi solicitado". A Superintendência de Perícia Médica da Secretaria de Saúde — que assumiu a responsabilidade pelos exames —informou que todas as perícias "solicitadas serão feitas em tempo hábil, sem prejuízo tanto para os concursados quanto para a Polícia Civil". Alegou ainda que, na sexta-feira, o pedido do exame de admissão dos peritos tinha sido feito havia 24 horas.
2305

sábado, 16 de maio de 2015

PM é baleado em ataque a base da Chatuba


Um sargento lotado no 20º BPM (Mesquita) foi baleado na noite desta sexta-feira, na base da Ocupação Bicão, na comunidade da Chatuba, em Mesquita, na Baixada Fluminense.

Segundo um PM do batalhão, cerca de 20 bandidos armados aproveitaram que o policial estava sozinho no contêiner e fizeram vários disparos, por volta das 21h.

O militar foi atingido na mão e no ombro, e ferido de raspão no queixo. Ele foi socorrido no Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Posse, onde está internado em observação. Segundo o batalhão, ele não corre risco de morrer. Os criminosos fugiram.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Polícia Militar anuncia troca de comando em diversos batalhões


Bope será comandado a partir de agora pelo tenente-coronel Carlos Eduardo Sarmento

Guilherme Santos

Rio - O Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) tem um novo comandante. O tenente-coronel Carlos Eduardo Sarmento, antes lotado no 16º BPM (Olaria), assume o posto, onde estava o tenente-coronel André Silva Mendonça, que agora vai comandar o Batalhão de Choque (BPChq). Já a unidade de Olaria será comandada pelo tenente-coronel Luiz Gustavo Lima Teixeira. As 12 mudanças foram publicadas na madrugada desta sexta-feira no Boletim Interno da Polícia Militar.

O tenente-coronel Marcio Oliveira Rocha, que já foi acusado pelo Ministério Público de chefiar uma quadrilha que agia dentro das UPPs, na época que era lotado no 6º BPM (Tijuca), vai assumir o posto de comandante do 2º BPM (Botafogo). O antigo comandante, tenente-coronel Gilberto Tenreiro Jesus da Silva foi para o Diretoria Geral Pessoal (DGP), conhecida como 'geladeira'.

Já o tenente-coronel Ricardo Bakr de Souza Faria deixou o comando do 5º BPM (Praça da Harmonia) e vai ficar à frente do Hospital da Polícia Militar. No seu lugar entra o tenente-coronel Anderson de Souza Maciel, que era do Regimento de Polícia Montada (RPMont). A missão dele é reduzir o número de roubos na região, que na última semana teve o policiamento reforçado. No RPMont entra assume o tenente-coronel Roberto Bandeira de Melo.

Também houve mudança na Baixada Fluminense. No 20º BPM (Mesquita), o tenente-coronel Marcus Vinicius dos Santos Amaral deixa a unidade e vai para Estado Maior Geral (EMG). No seu lugar assume o tenente-coronel Roberto Christiano Dantas. No 24º BPM (Queimados), o tenente-coronel José Augusto de Oliveira Júnior sai para a chegada do tenente-coronel Luiz Garcia Baptista.

Veja outras mudanças:

23º BPM (Leblon): sai o tenente-coronel Jorge Luiz Ferraz Eduardo e entra a tenente-coronel Joseli Candido da Silva

35º BPM (Itaboraí) sai o tenente coronel André Henrique de Oliveira Silva e entra o coronel Samir Vaz Lima

BPTUR - No lugar da tenente-coronel Joseli Candido da Silva entra o tenente-coronel Mauro Fliess de Castro  
 
FONTE: O DIA

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Policiais se comovem com ladrão, pagam fiança e fazem compras para ele


Após tentar furtar 2kg de carne em um mercado de Santa Maria, o desempregado Mário Ferreira Lima foi preso em flagrante. Mas a polícia se comoveu com a história do rapaz: depois que o detido contou a história da vida dele, policiais pagaram a fiança e ainda fizeram compras para a família. Entregaram os mantimentos nesta terça-feira (13/5), na casa do suspeito, no Jardim Ingá.

Trata-se de um eletricista desempregado, que sustenta um filho com o benefício que recebe por mês do programa Bolsa Família. Como o dinheiro não havia sido depositado na conta, Mário tentou roubar 2kg de carne de um mercado, mas foi pego pelo dono do estabelecimento, que chamou a polícia.

Durante o depoimento, na 20ª Delegacia de Polícia (Gama Oeste), ele começou a passar mal. Depois de se acalmar, relatou que, há quase um ano, a mulher dele sofreu um acidente e passou oito meses no hospital. Por isso, Mário perdeu o emprego. Quando ela se recuperou, ela foi morar com um filho de outro casamento, porque a família estava sem dinheiro para lhe atribuir os cuidados necessários.

Sobrou para o suspeito a responsabilidade de criar sozinho um filho, de 12 anos, que estuda na parte da tarde e demanda cuidados pela manhã. Enquanto o adolescente está na escola, o pai tenta fazer bicos para sustentar a casa. Mas, segundo relatou, há dois meses ele não consegue nada.

Diante da situação, o delegado colocou uma fiança estipulada em R$ 270, valor pago por uma agente da Polícia Civil que ficou sensibilizada com a história. Outro agente resolveu dar a ele R$ 30 para que ele pagasse o valor da carne.

No fim do dia, houve uma vaquinha e os policiais fizeram uma compra de mês. Entregaram tudo na casa dele, por volta de 19h30.

quarta-feira, 13 de maio de 2015

Pavio curto para um barril de pólvora cheio. Aumenta o Número de Presos no Norte-Noroeste


 
Aumento de presos no Norte/ Noroeste Fluminense do RJ requer mais ação da Seap

Por Lili Bustilho

A necessidade da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) ampliar cada vez mais seus serviços, no Rio de Janeiro, tornou-se notável com o crescimento do números de detentos no sistema prisional do Interior do Rio.

Aparelhos de celular são apreendidos com frequência no presídio Diomedes Vinhosa Muniz, em Itaperuna-RJ. A redução de ocupação de agentes de Segurança Pública nas guaritas das Unidades também já é o reflexo do aumento do quantitativo de presos no Interior.

Para o estudante de sociologia, Frederico José de Almeida, 45 anos, a solução para a demanda é a instalação de coordenações em uma área mais próxima do Interior Fluminense por questão de fiscalização e maior atuação da Secretaria.

“Pela última pesquisa que fiz, no Rio existe 3 núcleos: Gericinó, que administra todas as unidades do Estado; outro responsável pela antiga Frei Caneca e outro em Niterói. Só por este ponto de vista já percebemos que o Interior precisa da extensão de um núcleo da Seap”, aponta.

Seguindo a mesma linha de pesquisa, o sociólogo Fernando Pereira, cita que um núcleo já abrangendo Niterói, Magé e São Gonçalo acarreta um déficit no Norte/ Noroeste do Rio e a criação de uma base no interior é necessária. “Pela lógica, Itaperuna e Campos possuem mais presos do que Niterói que, teria cerca de 1500 mil pessoas no sistema carcerário”, comenta o especialista.

SUPERLOTAÇÃO – Pesquisas relatam que há cerca de 3 mil presos em Unidades nas àrea de Itaperuna e Campos dos Goytacazes, o que representa um crescimento de 100% nos últimos 5 anos.

A superlotação e resultados de rebeliões como a que ocorreu recentemente, na Casa de Custódia Dalton Crespo, em Campos dos Goytacazes, também geram a necessidade urgente da estruturação da Unidade da Seap no Interior do Estado.

“A primeira negociação da rebelião em Campos dos Goytacazes retardou o resultado imediato que amenizou e resolveu o protesto dentro da Unidade prisional. O coordenador demorou quase 4 horas para chegar ao local do conflito. Muito tempo perdido até a chegada do reforço da Secretaria de Administração Penitenciária que veio da Capital.”, destaca um jornalista que acompanhou o caso.

CELAS DANIFICADAS – Outro ponto detectado como falho no Interior e que está relacionado à falta da atuação direta da Seap são celas danificadas que ainda não foram reformadas. Para um familiar de um preso da Casa de Custódia Dalton Crespo não há cobrança para a reconstrução.

“É inacreditável, mas muita coisa reivindicada pelos presos não foram resolvidas. Nem se importaram com melhorias nas celas. Falta respeito e cobrança até por parte dos responsáveis pelo local” desabafa o parente que não quer se identificar.

Com capacidade para 1.500 presos, os presídios de Itaperuna e Campos dos Goytacazes sofrem pela distância dos núcleos de fiscalização da Seap.

Ainda representando a necessidade de mais ação direta da Seap no Interior para maior controle dos trabalhos desenvolvidos, alguns servidores com desvio de conduta, ainda em processo de apuração, estariam sendo encaminhados para o Norte/ Noroeste Fluminense do RJ.

BEP – Os problemas internos na Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) também levantam a polêmica da saída do BEP, Batalhão Especial Prisional, da PMERJ do local onde já funciona. Fato questionado, principalmente, pela Comissão de Direitos Humanos junto ao deputado Cabo Daciolo.

“Um pedido administrativo de reconsideração a favor da permanência do BEP foi protocolado na Secretaria de Segurança Pública do RJ e caso não seja atendido, a Equipe entrará com o mandado de segurança para o caso que envolve a saída do BEP de onde funciona, em Benfica”, afirma o deputado Daciolo.

Lili Bustilho-Jornalista

 
Fotos- Anônimo. 
 

JUIZ PROVA QUE OS DIREITOS HUMANOS, O ESTADO E JORNAIS PERSEGUEM A PM DESTRUINDO A VIDA DE POLICIAIS INOCENTES


LEIA:

Segundo matéria publicada hoje, no blog maravilhoso de Felipe Moura Brasil na Veja, temos uma revelação da exploração política de cadáveres no Brasil e do funcionamento da Justiça. Isso ficou evidente em um despacho da decisão do juiz Alexandre Abrahão.

Resumindo a matéria do jornalista: Em 8 de maio de 1995, houve uma grande operação policial em Nova Brasília, no Complexo do Alemão, e 13 suspeitos acabaram mortos, oito dos quais dentro de uma casa.

Desde então, a turma dos “direitos humanos” se empenha, como de costume, pela incriminação dos policiais por execução. Os jornais, que são parte da turma, tornaram o caso famoso como “a chacina de 13 pessoas no Alemão”, ignorando, como de costume, alguns fatos relevantes:

– Aparentemente, a polícia chegou no momento em que havia um confronto de facções no complexo, o que resultou em uma guerra generalizada.

– Dos 13 “executados”, não se sabe quantos foram mortos por facções rivais, mas um deles foi morto com “munição caseira”, que não é usada pela polícia.

– No dia seguinte, foi necessário pedir autorização ao tráfico para ir ao local fazer perícia, ou seja: a “cena do crime” já estava mais do que prostituída, comprometendo a coleta de provas.

Em 2009, o Ministério Público já havia pedido e conseguido o arquivamento do processo por ausência de elementos mínimos para lastrear a ação penal. Em 2013, no entanto, “do nada, o Ministério Público, instado somente por um requerimento da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (DO PT QUE ODEIA A POLÍCIA), elabora largo parecer afirmando a necessidade de desarquivamento dos autos para o prosseguimento das investigações.

O juiz Abrahão diz que “agrediram eles dispositivo legal e jurisprudência sedimentada quando optaram por desarquivar estes autos sem uma prova nova sequer!”, como é requerido por lei.

Ao ignorar a decisão judicial e deflagrar a colheita das provas indiciárias, o MP “rompeu ditames constitucionais e legais; daí porque todo o acervo probatório promovido”, escreve Abrahão, “deve ser desconsiderado e declarado inválido, o que aqui determino enquanto decisão judicial”.

Só para lembrar: se não tivesse chegado o ofício da Secretaria de Direitos Humanos, ninguém teria desarquivado o processo que gerou toda essa confusão.

Em sua conclusão, o juiz dá o troco no Estado:

Segundo o jornalista, o juiz afirma: “fazendo cessar o constrangimento ilegal impelido aos investigados”, a “evidente tortura psíquica por parte do Estado em detrimento dos indiciados”, “mantidos com a corda no pescoço, pasmem, nos últimos 19 anos”.

“Execuções, ainda quando exterminados ‘notórios criminosos’ (para alegria ingênua da massa), são repugnantes e covardes. Merecem intenso repúdio, penas agravadas e apuração eficaz. Contudo, não pode o Estado, através dos seus Órgãos e/ou Poderes, instituir um verdadeiro ‘vale tudo’, praticando lesões a direitos e garantias individuais apenas e tão somente por conveniência social e/ou política.

Não se justifica a permanência, durante infindáveis 19 anos, de seres humanos estagnados como reles indiciados, aguardando as incertezas, conveniências e oportunismos estatais.

A incompetência estatal tornou este um processo de vítimas! Só restaram vítimas aqui!”

Nossas perguntas:

Qual interesse da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, sob o governo do PT, de tentar incriminar policiais inocentes? De fazer questão de que sejam punidos por crimes que não cometeram?

Qual a intenção dos jornais de tentar incriminar policiais inocentes? De fazer questão de que sejam punidos por crimes que não cometeram?

Qual o interesse do Estado de tentar incriminar policiais inocentes? De fazer questão de que sejam punidos por crimes que não cometeram? (Nota: Isso vem do governo passado, o Pezão não está envolvido nisso).

Se é dessa forma que fazem com policiais, quantas pessoas inocentes e sem estudo estão presas injustamente? Quantas que não têm dinheiro para pagar um advogado estão pagando injustamente por crimes que não cometeram, por que temos um Estado covarde, temos Direitos Humanos cruéis e temos jornais imundos?

Nota: Tenham muito cuidado com o que os Direitos Humanos, os jornais cúmplices e certos políticos imundos que defendem bandidos, querem implantar na sociedade. Digam não às injustiças e a todos os tipos de crimes, do contrário, bandidos estarão destruindo as famílias e os lares de vocês muito em breve!

Quem quiser ler a matéria inteira de Felipe Moura Brasil, na Veja, aqui está e vale a pena ler mais detalhes: REVISTA VEJA