terça-feira, 2 de junho de 2015

Justiça revoga prisão de major Edson e outros dois PMs do Caso Amarildo


O ex-comandante da UPP Rocinha, major Edson Santos, o ex-subcomandante Luiz felipe de Medeiros e o soldado Newland de Oliveira e Silva tiveram a prisão preventiva revogada pela Justiça. Os três passam a ter direito a responder em liberdade pelo crime de corrupção ativa de testemunhas, na tentativa de atrapalhar as investigações da Divisão de Homicídios (DH) sobre o desaparecimento e morte do pedreiro Amarildo de Souza.

O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro não havia esclarecido se os três policiais permanecerão presos em função dos demais crimes pelos quais são acusados, entre eles tortura e ocultação de cadáver.
A decisão de revogar a prisão dos três acusados foi tomada com base no pedido apresentado pela defesa do soldado Newland de Oliveira e Silva. A defesa alegou que as testemunhas civis estão sendo substituídas por autoridades públicas, sendo um promotor de Justiça e um delegado de polícia, o que retira a necessidade de mantê-los presos, já que a localização das primeiras é desconhecida, o que estaria promovendo atrasos no andamento processual.

A juíza da Auditoria de Justiça Militar Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros considerou ainda que “não é mais possível afirmar que a liberdade dos réus traria riscos à ordem pública”. A magistrada destacou ainda que, em caso de condenação pelo crime de corrupção ativa de testemunhas, “a pena privativa de liberdade em regime inicialmente fechado dificilmente seria infligida aos réus”. LEIA A REPORTAGEM COMPLETA AQUI

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