quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Supremo nega liberdade a sargento da PM do caso Amarildo



A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal negou nesta terça-feira (17), por unanimidade, liberdade ao sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro Reinaldo Gonçalves dos Santos, um dos 25 PMs envolvidos no desaparecimento e morte do pedreiro Amarildo de Souza.
Em setembro, o ministro Teori Zavascki, relator do pedido de liberdade, havia negado conceder liberdade ao sargento. Na análise do caso hoje, os ministros da Segunda Turma concordaram com o relator e destacaram que não há ilegalidade na prisão preventiva, uma vez que a ação penal está em curso e que os fatos cometidos contra Amarildo foram graves.
O sargento responde por tortura resultante em morte, ocultação de cadáver e formação de quadrilha ou bando armado. A defesa, feita pelo advogado Nélio Machado, argumentou excesso de prazo na prisão preventiva, já que estão presos há mais de um ano. Machado não compareceu ao Supremo, mas enviou uma advogada do escritório que falou pela defesa do sargento, negando que ele tenha participado do crime.
Leia: Portal G1

Um comentário:

  1. Tropa da PMERJ está desmotivada e insatisfeita, pois o salário do Policial Militar é incapaz de atender às suas necessidades vitais básicas.

    Nas sociedades capitalistas é comum que o valor de um indivíduo seja aferido através do seu poder de compra, e isso tem muito a ver com seus rendimentos – a quantidade de dinheiro que ele consegue adquirir em determinado espaço de tempo.

    Não é à toa que, falando de valorização dos policiais brasileiros, sempre se remete à questão salarial como um problema sério, pois além de garantir elementos essenciais para a sobrevivência, “ganhar bem” concede ao profissional um posicionamento social de relevância.

    A PMERJ pode reclamar bastante dos seus vencimentos, pois são inadequados para as funções exercidas. Os baixos salários desmotivam a tropa e criam desinteresse pela profissão. Um Soldado de Polícia Militar em início de carreira deveria receber vencimentos iniciais de R$ 8.000,00 (oito mil reais) mensais, para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais.

    POLICIAL MILITAR DESMOTIVADO SIGNIFICA SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA! "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER."

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