quinta-feira, 30 de abril de 2015

TRAFICANTE INTERCEPTADA NA RODOVIÁRIA NOVO RIO

Na noite desta quarta-feira, foi abordada pela guarnição do Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas, Paula Cristina Conceição Rocha, 33 anos, que se encontrava em ônibus da viação Itapemirim vindo de São Paulo com destino ao Rio de Janeiro. Na intenção de conduzir o material entorpecente ao morro do Chapadão. Ao total foram apreendidas 17kg de cocaína em formato pasta. Ocorrência registrada 5ª DP.

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Caiu o comandante da PM do cerco à Assembleia do Paraná. Só falta sair o governador Beto Richa


O coronel Chehade Elias Geha foi destituído das operações que resultaram no cerco ao Centro Cívico, em Curitiba, e que ontem (28) culminaram no confronto com professores. Só falta cair o governador Beto Richa (PSDB), quem ordenou o massacre aos educadores.

Na tarde de hoje, uma comissão de cinco senadores da República desembarcam em Curitiba para acompanhar, em missão oficial, a crise e a violência contra servidores públicos. Há quem defenda intervenção federal para garantir a integridade dos paranaenses.

A Assembleia vota nesta tarde, em regime de urgência, projeto que confisca a poupança previdenciária de 200 mil servidores públicos do estado.



LEIA: Confronto entre PM e professores no PR deixa cerca de 200 feridos

Batalhão Especial Prisional (BEP) será desativado na próxima semana.

FONTE: O GLOBO

O Batalhão Especial Prisional (BEP), em Benfica, será desativado na próxima semana. A medida é fruto de um acordo entre o secretário estadual de Administração Penitenciária, coronel Erir Ribeiro Costa Filho, e o comandante da PM, coronel Alberto Pinheiro Neto. Com o fim do BEP, seus 231 presos irão para a Penitenciária Vieira Ferreira Neto, em Niterói, que será destinada a detentos da área de segurança pública — além de PMs, agentes penitenciários, policiais civis, federais e rodoviários federais.

Na década de 1990, a unidade de Niterói recebeu bicheiros e ficou conhecida como Sítio do Pica-Pau Amarelo, por causa da maneira como viviam os contraventores — a prisão seria uma espécie de fábula. Na quarta-feira, 42 policiais civis, federais, rodoviários federais e agentes penitenciários que estavam em Bangu 8 foram transferidos para o local.

O BEP será transformado em presídio de regime semiaberto, e sua gestão ficará a cargo da Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Com isso, o órgão ganhará mais vagas (cerca de 300). Segundo Erir, a ideia de extinguir o BEP era antiga, da época em que foi comandante-geral da PM (2011-2013)

— Sempre pensei em acabar com o BEP. Era um presídio problemático, que sofria muitas críticas da sociedade — disse, acrescentando que a medida acabará com o corporativismo na guarda dos PMs.

Com a desativação, os seis oficiais e 180 praças que trabalhavam na unidade vão atuar no patrulhamento de ruas. Na Penitenciária Vieira Ferreira Neto, a guarda dos presos será feita por inspetores de administração penitenciária. O diretor da unidade será um coronel da PM indicado pelo comandante da corporação.

O coronel Alberto Pinheiro Neto comemorou o fim do BEP:

— Essa medida é muito positiva para a Polícia Militar, pois transfere para a Seap, que é o órgão competente, a administração de uma unidade prisional e, ao mesmo tempo, recupera efetivo para a atividade-fim, que é o patrulhamento de rua. Gera ainda uma economia de custeio na operação do presídio.

GELADEIRAS E CERVEJAS NAS CELAS

Os detentos que cumpriam pena na Penitenciária Vieira Ferreira Neto, grande parte composta por idosos e doentes, foram levados para Bangu 8, onde o acesso a hospitais do sistema é mais fácil.

A decisão de desativar o BEP foi elogiada por Julita Lemgruber, socióloga e coordenadora do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania da Universidade Candido Mendes e e ex-diretora do Desipe. Segundo ela, a medida é importante para evitar privilégios:

— É importante que todas as pessoas privadas de liberdade fiquem sob a responsabilidade de uma única administração. Isso vai evitar distorções.

Para o promotor Paulo Roberto Mello Cunha Júnior, da Auditoria Militar, o fim do BEP representa o fim do corporativismo com os presos militares:

— Acho que a História provou que o BEP não deu certo. É uma tarefa das mais difíceis uma instituição ter que ser carcereira de seus próprios membros.

O BEP foi palco de vários escândalos. Em 2012, um relatório da Vara de Execuções Penais do Rio (VEP) mostrou que os presos daquela unidade tinham 109 geladeiras, 52 micro-ondas, 102 televisores, 63 cafeteiras e uma máquina de fazer frango assado, além de panelas elétricas, aparelhos de som e máquinas de lavar roupa. Em março de 2014, numa inspeção, foram encontrados nas celas cerveja, aparelhos de ar-condicionado e outros eletrodomésticos.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

PMs são presos após se recusarem a participar de cerco a professores no Paraná


Ao todo 17 policiais militares foram presos durante a manifestação de professores estaduais do Paraná, nesta quarta-feira (28) após se recusarem a participar do cerco aos docentes. A informação, segundo o Estadão Conteúdo, foi confirmada pelo comando da Polícia Militar do Estado. 

Confronto com manifestantes e violência policial marcaram o terceiro dia de protesto dos professores estaduais do Paraná, que retomaram greve na segunda-feira (27).

Cerca de 20 mil manifestantes se reuniram em frente à Assembleia Legislativa do Estado (Alep) nesta quarta-feira (29). O tumulto começou enquanto a reforma da previdência dos funcionários públicos do estado era votada em plenário, e o confronto durou pelo menos 30 minutos ininterruptos. A PM utilizou caminhão com jatos de água, balas de borracha, spray de pimenta e bombas de gás lacrimogênio, inclusive lançadas de helicóptero. Pelo menos 100 pessoas ficaram feridas, segundo a transmissão da Globo News.

Após a Justiça recuar na decisão de liberar a entrada dos manifestantes durante a votação, os professores passaram a manhã em manifestação pacífica nas praças do centro Cívico. Os ânimos esquentaram quando a pauta Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou a pauta e suas alterações em sessão relâmpago. Segundo a PM, os manifestantes tentaram invadir o plenário.

PM briga com escassez de verbas


Secretário diz que comando precisa reduzir em R$ 3 milhões mensais gasto com hora extra de policiais
EDUARDO FERREIRA


Rio - O secretário de Segurança Pública José Mariano Beltrame disse nesta terça-feira que a PM está sendo obrigada a controlar os gastos. Ele citou, em entrevista coletiva no Centro Integrado de Comando e Controle, as mudanças feitas no Regime Adicional de Serviços (RAS), por meio do qual os policiais de folga reforçam o efetivo dos batalhões.


“A cota pedida pela PM para o governo foi de R$ 7 milhões (mensais), mas estávamos gastando R$ 9 milhões. O comando da corporação está fazendo um monitoramento para que isso não volte a acontecer”, disse. Mais tarde, a assessoria da Polícia Militar informou que o corte necessário é ainda maior: de R$ 9 milhões para R$ 6 milhões.


O Comando Geral da Polícia Militar determinou a diminuição de 1.550 para 620 no número de PMs que reforçavam o policiamento a partir da próxima semana, conforme informou nesta terça-feira O DIA . O corte vai atingir áreas do Rio que vêm registrando aumento no número de crimes de rua — como roubo e furto —, caso do 6º BPM (Tijuca) e do 16º BPM (Olaria).

 
Secretário Beltrame entre o comandante da PM, cel. Pinheiro Neto, e o chefe da Polícia Civil, Fernando VelosoFoto: Severino Silva / Agência O Dia

Ao lado do comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alberto Pinheiro Neto, e do chefe da Polícia Civil, Fernando Veloso, Beltrame informou que, apesar das dificuldades orçamentárias, a secretaria vai distribuir 400 policiais para 32 UPPs. Além disso, 1.272 PMs formados em novembro do ano passado irão para 28 batalhões de todo o estado, como forma de cobrir a diferença de 930 policiais a menos, deixada com a redução do efetivo de PMs em horas extras. Há previsão ainda do reforço de mais 100 militares em Niterói.


O secretário disse ainda que, além da reciclagem que vem sendo feita com os policiais das UPPs, quer passar de sete para 10 meses a duração do curso de formação de militares. “Tem policial que vai para comunidades onde há becos sem luz e tem que enfrentar bandidos ali. O tempo de formação hoje é muito pequeno. Tem que haver uma preparação maior”, frisou.

Policiais sentem a crise no bolso

Além do corte do RAS voluntário (a hora extra que complementava a renda do policial), a PM impôs outra redução no bolso da tropa. Quem trabalha no serviço interno teve alterada a escala de 12 horas de plantão por 36 de descanso e, agora, cumpre jornada diária de segunda à sexta-feira. “Acabou a chance que a gente tinha de fazer um extra e, de quebra, aumentou o nosso gasto com transporte. Pior: o estado manteve os mesmos R$ 100 de auxílio-passagem”, contou PM que não quis se identificar.


Outra queixa dos policias é a ‘escala extraordinária’, que a corporação usa para manter o militar de serviço em períodos de eventos ou em outros casos excepcionais. Desde o começo do ano, PMs do setor administrativo são surpreendidos com convocações quase semanais trabalhos extras. Detalhe: nesses casos, eles não são remunerados.

FONTE: O DIA

terça-feira, 28 de abril de 2015

Justiça proíbe Exército de cobrar altura mínima em Concursos

FONTE: G1

Uma decisão da Justiça Federal pode influenciar concursos para policiais e militares em todo o Brasil: o Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu que a altura mínima exigida em concursos (1,60m, para homens, e 1,55m, para mulheres) não poderá mais ocorrer.


Em uma ação coletiva promovida pelo Ministério Público Federal contra a União, o colegiado derrubou uma norma interna do Exército que, desde 2005, exigia altura mínima e 20 dentes naturais na boca para candidatos, além de impedir o acesso de portadores de doenças autoimunes, imunodepressoras ou sexualmente transmissíveis, como HIV e sífilis. Os exames também não podem ser exigidos para militares na ativa.
A altura mínima exigida era 1,60m, para homens, e 1,55m, para mulheres.
Conforme o desembargador Souza Prudente, relator do caso, a União e o Exército já foram notificados de que a decisão tem eficácia imediata e vale para concursos em andamento. Em caso de descumprimento, o Comandante do Exército terá de pagar multa diária de R$ 5 mil, sem prejuízo de sanções criminais cabíveis.
A decisão, unânime, é da 5ª turma do TRF da 1ª Região e ocorreu em 11 de março, mas só foi divulgada agora.
O Exército informou que sempre cumpriu as ordens da Justiça e que a União interpôs embargos de declaração da decisão, que ainda estão pendentes de decisão. A Advocacia-Geral da União diz que foi intimada e confirmou que entrou com recurso à decisão.
"Como se trata de uma ação coletiva promovida pelo MPF, é uma sentença mandamental de âmbito nacional. Ela não condena, ela ordena. Ela determina que não se aplique mais a portaria [do Exército}", explica o desembargador Antonio de Souza Prudente.
Exclusão de candidatos
O processo chegou ao TRF após uma apelação do Ministério Público questionando a portaria do Exército que disciplina as exigências de inspeção de saúde para candidatos à matrícula nos estabelecimento de ensino e organizações militares.
Ao analisar a questão, a corte entendeu que "a mera exclusão sumária de candidatos em processos seletivos para os quadros do Exército em razão da limitação de altura, higidez da saúde bucal e de serem portadores de doenças autoimune, imunodepressora ou sexualmente transmissível, constitui conduta discriminatória e irrazoável, incompatível com o ordenamento jurídico vidente".
Para os magistrados, tais enfermidades não conduzem à incapacidade para o trabalho. "O Exército é uma instituição respeitada pelos relevantes serviços à Nação, como a guerra contra a dengue. Sua estrutura tem condições de empregar soldados sem discriminação", defende o desembargador Souza Prudente.
Os critérios de seleção da portaria não podem ser exigidos mais pelo Exército independente do momento do concurso. A Constituição prevê que somente uma lei pode disciplinar critérios de ingresso em cargos e funções públicas e inexiste lei sobre o tema, diz o magistrado.
A decisão vale apenas para o Exército, mas "serve de paradigma e de advertência às outras Forças Armadas" [Marinha e Aeronáutica], afirma o desembargador.

Veja a nota do Exército sobre a decisão:

"O Centro de Comunicação Social do Exército informa o que se segue:
1. Os editais dos concursos do Exército Brasileiro (EB) são elaborados em consonância com as normas legais vigentes no País.
Em face da decisão exarada nos autos da Apelação Cível nº 0025111-54.2010.4.01.3400, em que figuram como partes o Ministério Público e a União, onde está foi intimada, foram opostos Embargos de Declaração, que pendem de decisão.
2. É importante destacar, que o Exército Brasileiro sempre cumpriu as ordens emanadas da Justiça."

Policial militar é baleado na Ilha do Governador


O soldado da Polícia Militar, Clayton Fagner Dias, lotado na UPP Manguinhos, foi baleado na Estrada do Galeão, na Ilha do Governador, na Zona Norte do Rio, na noite desta terça-feira (28).

Segundo testemunhas, o militar estava em sua moto quando foi atingido por diversos disparos feitos por três homens em duas motos. Clayton foi levado para o Hospital da Aeronáutica, que fica na região. O estado de saúde do policial é considerado grave.

Mesmo caído, o agente conseguiu atirar contra os homens. Os criminosos fugiram sem levar a arma e os pertences do policial. O caso foi registrado na 37ª DP (Ilha do Governador).

Revolta na PM contra o cerco de Richa

Revolta nos quarteis da Polícia Militar, em Curitiba. De soldados rasos a oficiais, ninguém está aceitando a ordem do governador Beto Richa e do secretário de Segurança Pública, Fernando Francischini. Eles querem porque querem que a PM monte partir da tarde deste sábado (25) um cordão de isolamento com mais de mil soldados no Centro Cívico. Esta barreira deve ser mantida, ininterruptamente, 24 horas por dia, até a quinta-feira, 30. Os policiais alegam que a PM não tem efetivo para isso. E caso o governador não recue da ordem, que consideram “estapafúrdia”, fazem um alerta público à população da Capital: “A cidade ficará entregue aos bandidos durante cinco dias”.


Cerco da Assembleia: Richa retira PMs das ruas e do atendimento à população para dar segurança aos deputados, e causa revolta na caserna.

A ordem de Beto Richa para cercar a Assembleia Legislativa é uma medida desesperada de um governador impopular. É um gesto autoritário que causa revolta em todos os paranaenses. O cerco visa impedir que o povo, principalmente os funcionários públicos, possam acompanhar, no Centro Cívico, a votação do confisco do dinheiro que garante a aposentadoria dos servidores do Estado. A votação, em regime de urgência, está prevista para se realizar na sessão de quarta-feira, 29, que começa às 14h30. O governo quer, a todo custo, evitar a invasão do plenário do Legislativo, como ocorreu em fevereiro último. Richa pretende usar o dinheiro das aposentadorias para pagar as dívidas do governo, que ele mesmo fez.

Mas o custo do cerco à Assembleia é altíssimo. E pode ser ainda mais desgastante para Richa e seus aliados com a revolta da PM, que também tem interesse que o fundo de previdência não seja confiscado. Se a cidade ficar entregue aos bandidos, uma onda de crimes pode pôr tudo a perder, já que a impopularidade do governador irá às alturas e, deputado que tenha um mínimo de juízo, não irá avalizar esta operação, que só tem paralelo na ditadura militar.

Cidade entregue aos bandidos

A revolta na PM começa a ganhar voz. Um oficial já alertou: “Não temos estrutura para manter um cerco prolongado no Centro Cívico e o policiamento rotineiro na cidade ao mesmo tempo”. Isso significa que o soldado que estará no cerco é o mesmo que deixará de fazer o patrulhamento nas ruas, é o mesmo que deixará de combater a ação dos bandidos, é o mesmo que deixará de socorrer vítimas de acidentes, é o mesmo garante a segurança das nossas famílias nas unidades do Paraná-Seguro.

No último cerco à Assembleia, em fevereiro, policiais militares já tinham se mostrado revoltados. Alguns deram entrevistas denunciando a completa falta de estrutura e organização do cerco. Muitos policiais trabalharam mais de 24 horas seguidas sem descanso, ficaram sem refeições e sem água. E agora, com mais de cinco dias seguidos de tocaia, a PM vai ter efetivo para garantir escalas? Vai ter recursos para assegurar a alimentação e hidratação dos soldados que estarão no cerco?

Está claro que se o governador e seus assessores tivessem um pingo de responsabilidade, já deveriam ter desistido, há tempos, desta operação para salvar o caixa do Estado. O desgaste e os riscos de violência são enormes e duradouros, ainda mais com a PM dando sinais claros de revolta. Temos, agora, nova greve dos professores, que poderá durar meses, inviabilizando o ano letivo, causando sangria no que resta de prestígio a Richa e aos deputados aliados e provocando um drama social incalculável para as milhares de famílias que têm filhos nas escolas públicas.

Isso sem contar que usar a PM para fazer um jogo político é algo muito nefasto. Algo que ocorreu pela última vez em 25 de abril de 1984, quando o Congresso Nacional foi cercado por tropas do Exército. O cerco permitiu que os deputados da base de apoio à ditadura rejeitassem a Emenda Dante de Oliveira, que garantia a volta da das eleições diretas para presidente da República. O desgaste do último ditador, o general João Baptista Figueiredo, foi tanto, que aquela demostração extemporânea de força jogou a derradeira pá de cal no reinado dos militares.

Agora, em 2015, Beto Richa contraria frontalmente o pai, José Richa. Em 1984, o Paraná era governado por José Richa, um dos principais avalistas das diretas-já. Democrata de todas as horas, José Richa foi radicalmente contra o cerco do Congresso, medida que hoje o filho usa, a despeito da história do pai, para impor goela a baixo em todos os paranaenses um confisco tão odioso quanto foi a rejeição dasdiretas-já. Daí, não é de se admirar a revolta que ganha força nas ruas e que começa a chegar aos quartéis.
 

Menores fogem de unidade do Degase após render agente com faca

Três menores fogem do presidio do Degase que fica em Belford Roxo, na Baixada Fluminense Foto: Cléber Júnior / Extra

Era por volta das 11h de domingo quando X. foi surpreendida por três garotos que haviam acabado de fugir do Centro de Atendimento Intensivo de Belford Roxo, na Rua Begônia, no bairro Jardim Bom Pastor. Ela estava indo comprar pão quando se deparou com o trio correndo pela rua. A unidade atende 210 jovens, mas tem capacidade para 143.

— Na hora fiquei com muito medo. Percebi que eles tinham fugido e não sabia se poderiam fazer algo comigo. Essa região do município é muito perigosa, os bandidos estão por todos os lados — desabafa.
 
 
Os internos aproveitaram atividade na quadra para escapar: Foto: Cléber Júnior / Extra

Os internos, dois de 18 anos e um de 17, fugiram após uma atividade na quadra. Em depoimento, um agente, que preferiu não se identificar, contou que o grupo era formado por quatro garotos — um deles foi pego logo após a fuga.

— Assim que as atividades acabaram, eles tentaram fugir. Conseguimos prender um, mas os outros três renderam o porteiro com uma faca e pularam o muro. Ele não conseguiu conter, já que estava sozinho no momento — contou ele.

De acordo com moradores, os agentes foram para a rua atrás dos internos que haviam fugido, mas desistiram quando escutaram bandidos do Gogó da Ema, que fica bem em frente ao local, gritarem para eles voltarem.

—Não há policiamento no local, pois a própria polícia considera o local de risco, o que deixa os agentes e nós, moradores, ainda mais expostos. Como bater de frente com bandidos que mandam você voltar? Os muros estão pichados com siglas de facções criminosas, estamos largados — reclamou X.

O Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Novo Degase) informou que a fuga foi no sábado e que instaurou um procedimento para apurar o caso.

FONTE: EXTRA

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Polícia Militar de São Paulo abre concurso com 2 mil vagas para soldados

PM de São Paulo abre inscrições de concurso para soldados

A Polícia Militar do Estado de São Paulo abriu as inscrições de um concurso público com 2 mil vagas de soldado de 2ª classe do Quadro de Praças de Polícia Militar (QPPM). O salário é de R$ 2.901,03.

As inscrições podem ser realizadas até 22 de maio pelo site da Fundação Vunesp. A taxa é de R$ 50.

Os candidatos devem ter ensino médio completo, no mínimo 18 anos e, no máximo, 30 anos de idade. A altura mínima é de 1,65m para o sexo masculino e 1,60m para o sexo feminino.

O processo seletivo contará com prova objetiva, redação, prova de condicionamento físico, exames de saúde, exames psicológicos, investigação social e análise de documentos e títulos.

A primeira fase está prevista para acontecer no dia 5 de julho, a partir das 14h. As provas escritas serão aplicadas nas cidades de Araçatuba, Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos, São Paulo e Sorocaba.

FONTE: EXTRA

CORTANDO NA PRÓPRIA CARNE: PM punirá com maior rigor desvio em UPPs


PM ordena rigor nas apurações de desvios em UPPs para se reaproximar de moradores



Após a morte do menino Eduardo de Jesus Ferreira, de 10 anos, no Complexo do Alemão, no último dia 2, o comando da Polícia Militar não só mandou seus soldados de volta aos bancos escolares para aprenderem técnicas de abordagem, como também apertou o cerco contra a corrupção praticada por policiais em favelas com Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs). A ordem é afastar das atividades qualquer PM suspeito de extorsão ou conduta ilícita, uma espécie de prestação de contas da corporação com o objetivo claro de reaproximação com as comunidades. Só nestes primeiros quatro meses do ano, a 8ª DPJM (Delegacia de Polícia Judiciária da PM), criada exclusivamente para apurar casos envolvendo quem trabalha nas pacificadoras, instaurou 19 averiguações e dois inquéritos policiais-militares (IPMs). Durante todo o ano de 2014, foram 12 averiguações e 11 IPMs.

Um dos inquéritos abertos na semana passada pela PM partiu justamente da denúncia de um líder comunitário do Complexo do Alemão, após se reunir com o Comando da Pacificação, para “discutir a relação”, abalada por mortes de ambos os lados nos últimos meses. O morador afirmou que a soldado Alda Rafael Castilho, assassinada por traficantes em 2 de fevereiro do ano passado, segundo a denúncia feita pelo Ministério Público, foi atacada por engano. O alvo seria um policial corrupto. Durante a investigação, a Divisão de Homicídio (DH) se restringiu à autoria do crime, não se aprofundando na motivação. Agora, o Comando da PM quer mais rigor nas apurações e, no caso da soldado, saber ainda quem estaria extorquindo dinheiro do tráfico.

Outro homicídio que também está sendo investigado é o do comandante da UPP Nova Brasília, o capitão Uanderson Manuel da Silva, de 34 anos, assassinado em setembro de 2014, e cuja reconstituição do caso ocorreu no último dia 17. Os moradores o consideravam um policial que “sabia ouvir a comunidade”. Suspeitam que ele possa ter sido morto pelos próprios colegas de farda, o chamado “fogo amigo", durante confronto com bandidos. A informação também foi discutida pelos moradores em reunião com o comando.

Nos três encontros com os moradores, após a morte do menino Eduardo de Jesus, o Comando da Polícia Militar fez um mea-culpa por seu afastamento da comunidade do Alemão, mas se comprometeu a recuperar o tempo perdido punindo exemplarmente os desvios de conduta e abrindo canais de comunicação mais eficientes com a população. Além das reuniões com os comandantes das UPPs, a ideia é intensificar a Ouvidoria Paz com Voz, que completa um ano no próximo dia 1º de maio. O serviço permite que o cidadão faça denúncias, críticas e até elogios, de forma anônima ou não. A cada semana, a van da ouvidoria ficará numa área de UPP, inclusive nas consideradas violentas, como o Alemão, algo que não vinha ocorrendo. A pessoa pode se comunicar por telefone (2334-7599) ou por e-mail (ouvidoriaupp@pmerj.rj.gov.br).

De 1º de maio, quando foi criado, até 20 de abril deste ano, o serviço contabilizou 898 registros, sendo 443 presenciais, 210 por telefone ou fax, 209 pelo site, 29 por e-mail e 7 por carta, apesar de anônimas. Deste total, 751 são denúncias, 86 elogios e 61 sugestões.

Segundo o chefe do Estado-Maior da PM, coronel Robson Rodrigues, é fundamental mostrar aos moradores que os “maus” policiais vão prestar contas à sociedade:

— Essas reuniões são justamente para levantar os problemas e fazer os ajustes com os moradores. Estamos dispostos a afastar ou excluir qualquer policial que cometer desvio de conduta, principalmente nos casos de corrupção. As ações serão efetivas tanto contra os bandidos comuns quanto contra os bandidos policiais. Vamos prestar contas de tudo que fizermos. É o nosso compromisso — garantiu o coronel Rodrigues.

Para mostrar que atuará com rigor, o comando da corporação deu sinais de que a cobrança já começou. Segundo o coronel, nos quatro primeiros meses deste ano, 89 policiais foram expulsos da Polícia Militar. Em todo o ano passado, foram 129. Desde 2014, já foram excluídos 15 policiais de UPPs. Há sete anos, uma das condições primordiais para se montar o efetivo de uma pacificadora era justamente a de usar recrutas, sem os vícios dos antigos.

O assessor de Polícia de Proximidade da PM, major Leonardo Nogueira, presente em todas as reuniões do Alemão, ressalta: “não existe polícia sem comunidade".

— Não vamos ser paternalistas com o servidor que trabalha de maneira errada. O policial que não entender isso deve ir embora. A PM é uma das instituições que mais punem. Nas reuniões, senti que a esperança está voltando. Estamos dando um freio e fazendo os ajustes — explicou.

Além das extorsões, a truculência nas abordagens é uma das principais queixas de quem vive na região. Quem compara a atuação do presidente da Associação de Moradores das Palmeiras, Marcos Valério Alves, de 47 anos, nas duas reuniões com a cúpula da Pacificação, percebe que algo mudou. De exaltado num primeiro encontro, ele agora se diz confiante:

— Estão dizendo que irão rever alguns critérios. Antes das reuniões, só havia repressão e corrupção. Pode perguntar para os comerciantes, o pessoal que trabalha com mototáxi. O próprio policial de bem não estava querendo trabalhar no Alemão. Nós temos três comandos: o dos bandidos, o dos milicianos e o da UPP. Se não houver mudanças, fica difícil confiar na polícia, mas estamos dando esse crédito. Não basta apenas polícia. Cadê os projetos sociais dos governos do estado e do município? Precisamos de um interlocutor que não seja a polícia.

Na opinião de um outro morador do Complexo do Alemão, que pediu para não ser identificado, o clima de guerra na comunidade é fruto do desrespeito generalizado, tanto ao morador, quanto ao policial:

— O jovem sempre foi abordado de maneira truculenta no Alemão. Quando o policial passou a dar tapa na cara dos pais destes jovens, o tempo fechou. Foi por isso que o bandido passou a brotar por aqui, pois veio gente de outras favelas. Vieram também os policiais antigos, que não eram de UPP. Quando viam a situação dos colegas das UPPs de lata, eles colocaram na cabeça deles que poderiam se dar bem por aqui, pegar o arrego (extorquir dinheiro) do tráfico, já que o estado não ligava para eles.

O morador lembra que houve casos em que até os criminosos chegaram a aconselhar os policiais que prestavam serviço social a saírem do Alemão:

— Tinha um PM da escolinha de futebol que era gente boa, mas os bandidos ordenaram que ele saísse daqui, porque estava perigoso para ele. Agora, fizeram essas trincheiras para eles se protegerem, mas tem lugar onde elas foram montadas no meio do lixo. Isso é desumano com os policiais.

Durante os encontros, a artista plástica Mariluce Mariá, de 33 anos, lembrou que o abandono não é só do estado. Até as grandes empresas que haviam aderido ao projeto de pacificação deixaram o Alemão.

— Sabe por que elas saíram? Porque ninguém quer investir em campo de guerra. A violência não começa pela polícia, mas sim pelo estado. O jovem não tem acesso a nada aqui dentro — disse ela, que reivindicou a liberação de espaços públicos ocupados pelas trincheiras da PM.

‘É preciso dar transparência aos atos’

Para o cientista político Robson Sávio Reis, coordenador do Núcleo de Estudos Sociopolíticos da PUC-MG e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, é fundamental que haja algum nível de credibilidade para este tipo de polícia de proximidade.

— Para ter credibilidade e legitimidade, a instituição policial tem que estar disposta a cortar a própria carne. Sinalizar a possibilidade de uma mudança de fato na ação policial ou da imagem dela, não se tratando apenas de uma questão discursiva. Um dos problemas nesse tipo de policiamento é o ambiente onde eles precisam atuar, que traz oportunidades para se corromper, além da presença de grupos criminosos nos territórios — disse Robson.

O fato de a PM ter puxado o freio do projeto de pacificação, optando por fazer ajustes antes de novas expansões, é considerado um bom sinal na opinião do cientista político:

— Neste momento, é preciso dar transparência aos atos, punir os culpados. É isso que traz credibilidade. O que sustenta as UPPs, além da conscientização da opinião púbica de que elas são importantes, é o fato de os moradores terem a confiança de que a polícia mudou — analisou Robson, que também defende um canal de comunicação mais independente.

Na opinião da professora de Criminologia da UniRio Elizabeth Sussekind, polícia de proximidade significa o contrário de Polícia de confronto:

— Proximidade significa aceitação de ambos os lados. Em todos os países, as maiores dificuldades com mudanças são aquelas que têm que ocorrer dentro das corporações, na ponta. Ou seja, os componentes das forças policiais têm que estar cientes, mobilizados, convencidos e satisfeitos pelo significado da mudança e estar absolutamente comprometidos com tudo o que se relaciona a ela. Entender que ela é positiva, poupa vidas e, sobretudo, garante a aceitação da sociedade sobre o trabalho policial.

AUXÍLIO A POLÍCIA E BOMBEIRO

Houve avanço na proposta do governo em relação a benefícios, mas o aumento de 2013 não atendeu às reivindicações salariais

Rio - Muitos moram longe, às vezes, em até outros municípios. Perdem horas e gastam bastante dinheiro para se transportar até o trabalho. Em 2013, eles tiveram 39% de aumento nos salários, mas ficou faltando um quesito importante: o vale-transporte. Os bombeiros, policiais militares e civis, servidores de administração penitenciária reivindicam há muito tempo uma adequação no valor do auxílio de transporte, que desde 2012 está em torno de R$ 100,00.


Houve avanço na proposta do governo em relação a benefícios, mas o aumento de 2013 não atendeu às reivindicações salariais da categoria. Por isso, considero necessário repensar este auxílio. Mesmo considerando que o Estado do Rio de Janeiro passa por medidas de reequilíbrio financeiro, se faz necessário repensar este auxílio. 
Tramita na Assembleia Legislativa o Projeto de Lei 221/2015 que concede aumento no auxílio-transporte à categoria, com valor equivalente a um terço do piso regional do estado. O benefício é para para custeio das despesas realizadas com transporte coletivo municipal, intermunicipal ou interestadual, nos deslocamentos de suas residências para os locais de trabalho e vice versa. 
Esta medida altera a Lei 6.162 de 9 de fevereiro de 2012 que antecipa a implementação da majoração dos vencimentos estabelecida pelas leis 5.767 e 5.768, de 29 de junho de 2010, alterando o artigo 4º da Lei 658, de 5 de abril de 1983. A presente proposição visa a adequar o valor do auxílio-transporte concedido às categorias mencionadas nas leis citadas, cujo benefício, atualmente regulado pelo Decreto 43.494/2012, está fixado em R$100,00. É importante lembrar que o valor na presente proposição, que vincula o benefício ao piso regional, não provoca prejuízo para a categoria e o valor nunca ficará defasado.

FONTE: O DIA

MULHER MORRE EM TENTATIVA DE ASSALTO NA PAVUNA

A Polícia Civil realizará uma perícia no carro que era dirigido por Mônica Atanázio quando ela foi atingido por um tiro, durante tentativa de assalto, na Pavuna 

Uma mulher morreu ao ser baleada durante uma tentativa de assalto na noite do domingo (26) na Pavuna, Subúrbio do Rio. Mônica José Maria Atanázio foi abordada quando chegava em casa, na Rua Embaú, Parque Colúmbia. De acordo com informações da Delegacia de Homicídios (DH/Capital), uma perícia foi realizada no local e o marido da vítima foi ouvido. Agentes estão nas ruas em busca de testemunhas e imagens de câmeras de segurança.

POLICIAL MORRE EM CONFRONTO NO MORRO DO ESTADO EM NITERÓI

Um PM morreu após ser baleado em um confronto no Morro do Estado, em Niterói, região metropolitana do Rio, na noite de domingo (26). De acordo com a Polícia Militar, uma viatura do batalhão de Niterói (12º BPM) fazia patrulhamento na região quando foi alvo de tiros de traficantes.

O soldado Wagner dos Santos Proença foi atingido em uma das pernas e levado para o Hospital Azevedo Lima. Segundo a PM, o agente foi transferido para o Hospital Alberto Torres, em São Gonçalo, mas não resistiu aos ferimentos.

Na ação, um suspeito de tráfico, identificado como Alex da Silva Julio, conhecido como Lequinho Capeta, morreu. Com ele os policiais apreenderam um fuzil. Ele foi apontado pela corporação como um dos chefes do tráfico na comunidade.

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PRA RELEMBRAR - Desabafo do comandante da PMESP em 2014



Escutem esse desabafo do comandante da PMESP e por favor, vamos nos unir para mudarmos essa realidade brasileira!
Posted by Marcos Do Val on Sábado, 27 de setembro de 2014

domingo, 26 de abril de 2015

POLICIAIS DO 14º BPM PRENDEM LADRÃO DE CARRO

Posto I e II (camboatá) em comboio com a sup. De oficial, quando em PTR foi informado pelo bombeiro que estava de serviço na guarda da ABM de roubos que estariam acontecendo no momento na camboatá, depois de abordar o prisma vermelho, os integrantes do carro desembarcaram e efetuaram DAF'S contra a guarnição, depois de revidar a injusta agressão 3 deles entraram em um corola, roubado no momento da abordagem e conseguiram se evadir do local, um deles Rodrigo do Rosário Salvino, de 21 anos, morador da fazenda Botafogo foi preso. Junto com o mesmo foi arrecadada uma pistola calibre 9mm, da marca CZ, com um carregador. Ocorrência sendo encaminhada à 34º DP. Sup. De oficial realiza buscas no local afim de localizar o carro roubado e os elementos que conseguiram se evadir.
Jornal Atual Rio - Notícia em Tempo Real
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PM apreende dois menores com faca na Lagoa

Policiais do 23º BPM (Leblon) apreenderam na manhã deste domingo (25.04), dois menores com uma faca, na Avenida Epitácio Pessoa, na altura do Parque dos Patins, na Lagoa. Eles foram encaminhados para a 14ª DP, onde foram reconhecidos pelo atleta de remo do flamengo, que teve a bicicleta roubada, na manhã de sábado (24.04).

O comandante eventual do 23 BPM (Leblon), Major Robson Dias, informou que patrulhamento foi intensificado, o que possibilitou a apreensão destes menores. Na região há rondas diárias de viaturas, policiamento a pé, carrinhos elétricos, motos e bicicletas. O Major ressaltou que as rondas do grupamento de bicicletas foram antecipadas para às 6 horas da manhã.

A Polícia Militar solicita que denúncias sejam feitas através do 190 ou do Disque denúncia 2253-1177 e ressalta a importância do registro das ocorrências nas delegacia, para que o estudo da mancha criminal possibilite novas estratégias de policiamento para o local.

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Justiça do Trabalho reconhece vínculo de policial militar que fazia segurança para igreja

FONTE: JUSTIÇA DO TRABALHO


A Sexta Turma do Tribunal Superior do Trabalho não acolheu recurso da Igreja Universal do Reino de Deus e manteve condenação que a obrigou a reconhecer o vínculo de emprego de um policial militar que prestava serviço como segurança para a instituição em Belo Horizonte (MG). De acordo com o ministro Augusto César de Carvalho, relator do processo na Turma, a condenação está de acordo com a Súmula 386 do TST, que reconhece a relação de emprego entre policial militar e empresa privada independentemente do eventual cabimento de penalidade disciplinar imposta pela corporação devido ao acúmulo de funções.

O policial começou a trabalhar na Igreja Universal em outubro de 2003 sem a assinatura da carteira de trabalho, e foi demitido em fevereiro de 2008.  Durante esse período, sua escala de serviço era compatível com a da Polícia Militar. O juízo da 10ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte (MG) reconheceu o vínculo e determinou o registro na CTPS e o pagamento de horas extras e verbas rescisórias.

A Universal recorreu da decisão ao Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), alegando que, sendo o reclamante um policial militar, o vínculo seria nulo, pois a prestação de serviço privada seria "expressamente vetada" pelo regulamento interno da Polícia Militar. O caso, de acordo com a igreja, seria similar ao da contração sem concurso pelo serviço público ou a acumulação remunerada de cargos públicos.

No entanto, o TRT manteve a condenação, considerando a sentença "clara e objetiva quanto à presença dos pressupostos da relação de emprego", estando o recurso da Igreja "em confronto à Súmula 386".

TST

A Universal interpôs agravo de instrumento ao TST com o objetivo de liberar seu recurso de revista, trancado pelo Regional, para análise pela Corte. A Sexta Turma, porém, não deu provimento ao agravo com base nas Súmulas 386, que reconhece o vínculo privado com policiais militares, e 126, que não permite o reexame de fatos e provas nessa fase do processo.

(Augusto Fontenele/CF)


O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1).

COMENDA "O POLICIAL DO ANO"

Dia 8 de maio em São Paulo

OFICIAIS CULPAM RECRUTA POR MORTE


Seis oficiais do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (Cfap) denunciados pelo Ministério Público pelos maus-tratos que culminaram na morte de Paulo Aparecido Santos de Lima, de 27 anos, culpam o jovem pelo falecimento. Em depoimentos na Auditoria da Justiça Militar, os militares garantem que o treinamento dado na unidade no dia 12 de novembro de 2013 foi como "de praxe" e que Paulo não resistiu por motivos "particulares", como a ingestão de estimulantes. 
De acordo com o depoimento do capitão Sérgio Batista Viana, que entrou no Cfap em 2008 e formou 9.900 alunos neste período, as aulas naquelas manhã e tarde ocorreram "normalmente". Ele conta que, por volta de 9h, os 490 alunos da 5º  Companhia Alfa fizeram exercícios para aquecimento, de calça jeans e camisa branca. 
Segundo o oficial, eles foram orientados a colocar a roupa de educação física e beber água para, depois, continuar o treinamento. Questionado pela juíza Ana Paula Monte Figueredo Pena Barros, Viana admite que recrutas se sentiram mal no decorrer das atividades: "Durante todos os exercícios da manhã, os alunos se queixam de fraqueza, cai pressão. Isso é natural, até porque é um processo de adaptação do mundo civil para essa nova realidade". 
Já de camiseta e short, eles deram duas voltas no campo e foram liberados para o almoço no rancho. 

PM CORTA HORAS EXTRAS


Trabalho remunerado para agentes em dias de folga cai 60%: são menos 930 vagas 

A Polícia Militar divulgou uma redução de 60% no número de agentes que poderiam atuar no Regime Adicional de Serviço (RAS), o trabalho remunerado dos PMs nos dias em que eles estão de folga. São 930 vagas a menos. No ano em todo o estado. "O policiamento está sendo distribuído para ser mais eficaz e ter mais qualidade. Entre os critérios analisados, estão as vagas que ficavam em aberto, não sendo preenchidas", diz a nota. 
Entre os batalhões que não terão mais homens trabalhando em hora extra estão o 6º BPM (Tijuca) e o 16º BPM (Olaria). Além desses, o 8º BPM (Campos dos Goytacazes) e o 36º BPM (Santo Antônio de Pádua)  também não trabalharão mais em RAS.
passado, 1.550 policiais ganhavam para trabalhar em hora extra, reforçando o patrulhamento em determinadas áreas. Agora, são apenas 620. 
De acordo com o Comando Geral da PM, a redução não diminuirá o policiamento nas ruas. Na corporação, no entanto, muitos ainda não entendem a mudança. 
— Não nos deram motivos para isso acontecer. Estamos muito desmotivados, pois essa era uma forma lícita de ganhar dinheiro extra — reclamou um policial, que não quis se identificar. 
Autoridades da PM comunicaram que a medida foi tomada com base num estudo que visa redimensionar o efetivo 
 Nas UPPs, há 60 vagas para policiais que queiram trabalhar nas folgas. Os que contarão com maior efetivo em RAS são o 7º BPM (São Gonçalo) e o 20º BPM (Mesquita), com 30 homens cada. 

FÉRIAS SERÃO SUSPENSAS 
Após o prefeito Eduardo Paes anunciar, na sexta-feira, que os servidores públicos municipais terão folgas compradas durantes as Olimpíadas, a PM também divulgou o planeamento para os jogos de 2016, e ele não inclui o pagamento de horas extras. 
"Na Copa e em todos outros grandes eventos, os policiais não têm férias vendidas. Elas são interrompidas, e posteriormente terão continuidade", explicaram as autoridades da corporação, em nota.


sábado, 25 de abril de 2015

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Justiça do Paraná confirma o direito de LIVRE MANIFESTAÇÃO do militares estaduais

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A Associação de Praças do Estado do Paraná, pessoa jurídica de direito privado, reconhecida e declarada como Entidade de Utilidade Pública, sem fins lucrativos, regidas por normas de direito privadonão considerada militar, vem, respeitosamente perante todos os Profissionais de Segurança Pública do Estado do Paraná, informar que:

Magistrado da VAJME/PR da uma aula sobre o direito da livre manifestação dos militares estaduais, fruto de HABEAS CORPUS protocolado pela Entidade.

  1. Observe as principais considerações elencadas pela Entidade no Habeas Corpusda relatoria do Magistrado:
“A respeito do que consta na petição inicial, é certo que a Constituição Federal garante aos cidadãos, civis oumilitares (grifei) o direito à livre manifestação, conforme artigo 5° IV da Carta Magna.
A questão da livre manifestação do pensamento foi tratada como um direito e garantia fundamental do indivíduo, verdadeiro tesouro para o exercício da cidadania e preservação da dignidade da pessoa humana (art. 1º I e II da CF).
O legislador constitucional consagrou algo que é da essência de qualquer ser humano, o que seja, o livre pensar. Interpretando a contrário senso, temos como regra geral, a repulsa da sociedade brasileira à implementação de instrumentos de controle e censura da manifestação do pensamento.
Negar ao homem o direito de pensar é algo tão odioso quanto inútil, eis que é do espírito humano pensar, é da natureza dos seres vivos ser livre.
O D. Juízo faz as considerações sobre os direitos básicos de cidadão dos policiais e bombeiros militares:
“Embora o militar exerça função importante de caráter especialíssimo, regido pelos princípios da hierarquia e disciplina, não pode ter relegado seus direitos básicos de cidadão (grifei).”
E segue, agora com a vedação de atos grevistas, e não da manifestação pacífica e ordeira em busca de direitos legítimos:
“O que a Constituição da República veda aos militares é a greve (art. 142, parágrafo 3°, inciso IV), o que difere da manifestação do pensamento de forma pacífica e ordeira que não prejudique a prestação do serviço público, em busca de direitos que julgam legítimos ou contra abusos de autoridades constituídas (grifei).”
                        O Magistrado comenta sobre situações que não devem ser justificativas para instauração de procedimentos persecutórios:
“De modo que as manifestações, ainda que críticas, que sigam um padrão de civilidade e razoabilidade, expostas pelos meios de comunicação hoje disponíveis (Facebook, whatsapp, etc.) não devem justificar a instauração de procedimentos persecutórios (grifei).”
E ainda, comenta sobre a inadmissibilidade de perseguições posteriores com a instauração de procedimentos disciplinares ou criminais pelo simples fato de participarem de atos públicos pacíficos e ordeiros:
“Da mesma forma seria inadmissível aceitar eventuais perseguições posteriores com a instauração de procedimentos disciplinares ou criminais contra militares, pelo simples fato de terem participado de atos públicos ordeiros (grifei).”
A Constituinte também aparece como previsão legal que autoriza a reunião pacífica e em local aberto ao público:
“A própria Constituição da República em seu Art. 5º, inciso XVI, prevê a possibilidade de reunião pacífica e em local aberto ao público:
“XVI – todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;”
Devemos preservar a dignidade daquele que tem o direito de expressar-se livremente, bem como da pessoa natural ou jurídica que venha a ser ofendida pelo desmando do pensamento exposto. Assim, obviamente, entre os abrangidos pela tutela de proteção da norma constitucional, que rechaça a violência e a agressividade da linguagem, estão as Praças, os Oficiais (Comandantes ou não) e a própria honrosa Polícia Militar do Paraná(grifei).
Somente com esta cautela poderemos construir uma sociedade livre, justa e solidária, promovendo o bem de todos (grifei) (art. 3º I e IV da CF).”
  1. Como visto, as considerações do Magistrado alicerça o direito de livre manifestação dos bombeiros e policiais militares, os quais devem pautar o exercício de seus direitos conforme balizas jurídicas constitucionais supracitadas. A Entidade tem o dever de reiterar para seus filiados, e também para toda classe policial, que os direitos fundamentais previstos na Constituição Federal de 1988, também são extensivos a classe dos militares estaduais, devendo ser alimentados diariamente, com o intuito de buscar a politização da classe policial, posto que integram e também fazem parte da Sociedade.
APRA/PR.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Apreensão na Comunidade do 48 pelo 14º BPM

Policiais Militares do 14º BPM, na manhã de hoje, em Operação na Comunidade do 48 foram recebidos a tiros por suspeitos de pertencerem ao tráfico de drogas da localidade, após revidarem a injusta agressão os Policiais Militares encontraram caídos ao solo dois suspeitos feridos, Marcos Aurélio Félix de Lima, 25 anos e um adolescente  com eles foram arrecadadas duas pistolas, 01 Ruger calibre .40, 01 G Chetokee 9mm, um simulacro e dois rádios transmissores. Os suspeitos foram socorridos e levados para o HEAS.
Ocorrência encaminhada para a 34º DP.

O suspeito Marcos Aurélio Felix de Lima, 25 anos não resistiu aos ferimentos e veio a óbito

Cederj oferece curso de Segurança Pública, com parte das vagas destinadas a servidores

O Consórcio Cederj oferece 950 vagas para a graduação de Tecnologista em Segurança Pública, com duração de dois anos. Há 80% de reserva para profissionais como policiais, guardas municipais, militares e bombeiros, entre outros.


A inscrição pode ser feita pelo sitehttp://www.cederj.edu.br/vestibular até 24 de maio. A taxa é de R$ 65.


No total, 12 polos no estado do Rio oferecem a graduação: Angra dos Reis, Petrópolis, Nova Friburgo, Resende, Itaperuna, São Gonçalo, Campo Grande, Niterói, Três Rios, Belford Roxo e Rio Bonito e Barra do Piraí.


FONTE: EXTRA

Programa educacional da PM beneficia mais de 1,1 milhão de crianças

Projeto reúne atividades em salas de aula para prevenção do uso de drogas e de atos de violência



O Programa Educacional de Resistência às Drogas (Proerd) chegou a mais de 1,1 milhão de crianças beneficiadas em 92 municípios fluminenses. Coordenado pela Polícia Militar do Rio de Janeiro, o projeto conta com atividades educacionais realizadas em salas de aula do Ensino Fundamental de escolas municipais, estaduais e particulares, que visam à prevenção do uso de drogas e da prática de atos de violência entre estudantes.

 Criado há 23 anos, o projeto da PM fluminense é uma iniciativa pioneira no país, adaptada do programa norte-americano D.A.R.E (Drug Abuse Resistance Education). Voltado para crianças e adolescentes na faixa etária entre 4 e 12 anos de idade, apontada nas estatísticas como ponto de partida para o abuso de drogas, o Proerd reúne quase 200 policiais instrutores no Rio de Janeiro. 

 Os agentes são capacitados em um curso intensivo, que inclui técnicas de gerenciamento de sala de aula, metodologia de ensino e didática e uso de ferramentas pedagógicas. O sucesso da ação vem servindo de incentivo para outros estados.

 - Temos testemunhado a transformação que o Proerd realiza na vida de crianças, adolescentes e suas famílias e também na de policiais militares que trabalham no programa. Percebemos que esses profissionais, muitas vezes, encontram no projeto um novo estímulo para combater a criminalidade de uma forma diferente. Nosso objetivo é fazer com que as crianças reconheçam o seu valor na sociedade, trabalhando o fortalecimento da autoestima delas e levando-as a pensar em direitos, mas também em responsabilidades - explicou um dos coordenadores do programa, capitão Antonio Lima. 

 Aulas têm recurso multimídia

São 17 aulas, com cerca de uma hora de duração, onde os estudantes recebem informações sobre os malefícios das drogas, além de orientações sobre bullying e como resistir à pressão de amigos para uso de narcóticos. Também são passadas informações de como proceder em casos de abuso sexual e em outros tipos de violência.

As aulas contam com recursos multimídia, música, cartazes, brincadeiras e cartilhas educativas.