quinta-feira, 24 de março de 2016

MILITARES do Rio. ABANDONADOS por PEZÃO policiais podem ser obrigados a PATRULHAR a pé. Já falta combustível.

Um limite de apenas 30 litros de combustível na hora de encher o tanque de viaturas da Polícia Militar, e de 20 litros para os carros da Polícia Civil, pode fazer com que a sociedade carioca tenha prejuízos graves no que diz respeito a sua segurança, que já anda precária.



O governo estadual já atrasou o pagamento de vários fornecedores, entre eles a BR Distribuidora, empresa responsável por fornecer gasolina e álcool para as corporações militares do Rio de Janeiro.
Em nome da economia, a Policia MILITAR já retirou de circulação os veículos utilizados em tarefas administrativas. 
O serviço passou a ser feito a pé ou em veículos utilizados em patrulhas e operações.
A PM alega que as medidas não afetarão a segurança do carioca, mas ninguém mais acredita nisso.
Miguel Cordeiro, o presidente da Associação dos Ativos e Inativos da Polícia Militar e Bombeiros, já disse que vai entrar na Justiça contra a limitação de cotas de combustível.
“Vamos entrar, na terça-feira, com um mandado de segurança contra o estado. Queremos que o governo mande revogar a limitação. Com 30 litros de combustível, a atividade de segurança pública fica prejudicada, já que não é possível patrulhar grandes áreas, e a sensação de insegurança da população aumenta. Isto também pode colocar em risco a vida dos policiais. E se a gasolina acabar em meio a uma perseguição ? “





Nenhum comentário:

Postar um comentário