terça-feira, 10 de maio de 2016

Polícia pode ficar sem adicional e segurança dos Jogos segue indefinida


 A Secretaria da Casa Civil do estado do Rio de Janeiro ainda não sabe se terá em caixa os R$ 42 milhões pedidos como Adicional de Serviço (RAS) para a Polícia Militar e Civil durante a disputa dos Jogos Olímpicos Rio 2016, que começa em menos de 90 dias. O dinheiro seria usado como bonificação financeira para agentes que trabalharem em horários de folga, o que dá valores iniciais de R$ 112 para a Polícia Civil e R$ 150 para a PM.
De acordo com o G1, a falta desse investimento, que é um reflexo da crise que vive o governo Pezão, pode comprometer o plano de segurança do maior evento esportivo do planeta. Em entrevista, o subsecretário de Grandes Eventos da Secretaria estadual de Segurança (Seseg), Roberto Alzir, diz que espera que o governo honre o compromisso, que está sob análise.

Policiais militares receberiam R$ 150 para um período de 8 horas, e R$ 225 para uma jornada de 12 horas. Entre os policiais civis, o valor de trabalho varia entre R$ 112,50 a R$ 375,00, dependendo da jornada trabalhada.

"Se faltar recursos, temos que pensar em como o Exército será utilizado, como já pensamos a respeito de Deodoro (bairro da Zona Oeste que vai sediar eventos olímpicos). Algumas tarefas em Deodoro que seriam da Polícia Militar, tendo em vista o enorme esforço que a corporação vai fazer para tomar conta de toda a cidade, já serão feitas pelo Exército. Até mesmo patrulhamento ostensivo, controle de trânsito, bloqueios, postos de verificação veicular”, diz Alzir.

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