domingo, 1 de maio de 2016

Policiais Militares do Interior vivem em condições desumanas na UPP da Rocinha. São proibidos de Comer no Batalhão mas o Governo não paga ajuda de custo para alimentação

“Bom dia caro amigo , sou policial militar e estou lotado na upp rocinha, na zona sul leblon, venho através desta solicitar uma ajuda de vocês para divulgar as condições que nós policiais militares residentes estamos passando, apesar da crise que se alastra no estado do Rio de Janeiro, nos policiais militares que moramos no interior do estado, estamos sendo prejudicados, com as escalas de serviço e ainda mais somos obrigados a trabalhar no rás compulsório de graça, aqui na upp rocinha, estes serviços gera custos para nós, não podemos comer no refeitório do batalhão e temos que arcar com todas as despesas de café, almoço e janta do nosso próprio bolso e a pmerj não está pagando esse serviço extra(rás compulsório) desde dezembro de 2015 e vale lembrar somos obrigados a trabalhar no rás compulsório, sobre a pena de ser punido administrativamente pela falta do serviço e outra coisa é o estado de calamidade que se encontra o banheiro da upp rocinha, desde já agradeço pela atenção”

Fotos e informações enviadas ao Blog do Adilson Ribeiro via WhatsApp. Nosso número é (22) 9-9601-1115

3 comentários:

  1. Gente , que isso???? Falta de respeito com o militar trabalhador...... Meu Deus que ponto chegamos???? Não temos nem banheiro decente para os policiais.... não temos dinheiro parta se alimentar e trabalhamos de graça no Raz! Isso e´uma sacanagem com essa turma ,formada para oferecer dignidade ao cidadão e proteção a comunidade. E com ele , ninguém faz nada....???????Absurdo isso!

    ResponderExcluir
  2. Considerando a crise financeira em que se encontra o Governo do Estado do Rio de janeiro, será preciso fazer algumas mudanças no Corpo de Bombeiros e na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

    É necessário por fim ao perigoso projeto de inchar a tropa da PMERJ (policiais militares sendo contratados em grande quantidade e em curto espaço de tempo), pois trata-se de um grave erro político-estratégico. Na Polícia das sociedades modernas, cada vez mais complexas e exigentes, não há mais espaço para policiais militares de baixa qualidade, o que acaba ocorrendo sempre que há pressa na contratação e formação desses profissionais, é o chamado "comprometimento de qualidade".

    Prudentemente, a PMESP (Polícia Militar paulista) passou a formar seus soldados (policiais de base) em dois anos numa academia com certificação ISO 9001. Um psiquiatra norte-americano, ao estudar o fenômeno da socialização organizacional do novo policial, concluiu que a intensidade e profundidade da formação é fundamental para gerar padrões de comprometimento ético e social necessários à essa dificílima função pública.

    No Rio de Janeiro, há um verdadeiro festival de promoções de praças por tempo de serviço, que chegou ao exagero inconseqüente, com a incrível promoção além da previsão de vagas (não podem haver promoções sem a devida previsão de vagas). Os graduados (subtenentes, 1º, 2º e 3º sargentos) precisam ser concursados. A PMERJ tem o péssimo sistema de promover automaticamente o soldado a sargento, sem fazer concurso e seleção dos mais aptos para esse importantíssimo cargo de supervisão do policiamento.

    Após os Jogos Olímpicos, a segurança do Rio de Janeiro acentuará a crise, com essa balofa estrutura policial criada entre tantas insanidades. Será fundamental reintroduzir a exigência de seleção para formar 3º sargentos, introduzir exigências de cursos para as promoções a 2º e a 1º sargentos e a subtenente, permitindo a promoção exclusivamente pelo critério de existência de vagas (QAA e QAM), como ocorre em praticamente todas as demais Polícias (atualmente, mesmo sem existência de vagas para a função, o soldado é promovido automaticamente a sargento). Seria melhor dar melhores condições de trabalho e salário aos policias militares do que promover toda a tropa, inchando a pirâmide hierárquica. SERÁ NECESSÁRIO ACABAR COM A PROMOÇÃO DE PRAÇAS POR TEMPO DE SERVIÇO NA PMERJ!

    É uma pena que uma profissão tão digna e essencial para a população seja tratada com tanto descaso por nossos governantes. Já passou do tempo do governo valorizar os policiais e bombeiros, afinal a população precisa muito deles. Eles precisam ter um salário digno, que, segundo o DIEESE, não pode ser inferior a R$3.795,24 (três mil, setecentos e noventa e cinco reais e vinte e quatro centavos), conforme determina o inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal. A questão salarial impacta diretamente na autoestima dos Policiais e na valorização das Polícias.

    O status quo é o ideal para aqueles que não têm o mínimo de compromisso profissional. Quase ninguém quer se debruçar sobre livros, notas de instrução, regulamentos, decretos e leis para poder prestar um serviço de qualidade. A maioria só quer saber do quanto vai ganhar (lícita e duvidosamente), seja do Estado, do bico ou da sacanagem. Então ser promovido sem estudar e disputar vagas nivela a todos por baixo. É não adianta dizer que os oficiais são promovidos automaticamente, pois as carreiras deles e das praças são coisas distintas. Agora, também creio que não deveríamos ter esse festival de tenentes, capitães, majores, tenentes - coronéis e coronéis que vemos bater cabeças uns nos outros sem ter qualquer função nas unidades que justifique. Mas isso é um exemplos do executivo (três níveis) que arranja boquinha para sugar as tetas da união, estados e municípios.
    Já passou a hora de termos um Estado Brasileiro com máquina administrativa enxuta e eficiente.

    ResponderExcluir
  3. Sério, não tenho pena. Na PMERJ fica quem quer!!! Sou um ex 92 milhão. Qd entrei e verifiquei as condições da policia, pedi ajuda aos meus familiares até eu passar em outro concurso e logicamente, me licenciei da policia. Hoje trabalho na prefeitura do RJ, ganhando menos, mas com dignidade.

    ResponderExcluir